Portugal na Espanha Árabe
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CAPA Ficha Técnica Prólogo da 1.ª edição (1971) Prólogo da 1.ª edição (terceiro volume, 1973) Prólogo da 2.ª edição I PARTE GEOGRAFIA Andaluz Castela Galiza O GARBE NO SÉCULO X PELO MOURO AHMEDE ARRAZÍ Do termo de Beja Do termo de Santarém Do termo de Lisboa Do termo de Ossónoba Do termo de Coimbra Do termo de Egitânia O GARBE NOS SÉCULOS XI-XII Alcácer do Sal Balata Beja Cacela Coimbra Castro Marim Évora Faro (Santa Maria) Lisboa Lisboa (região de) Mértola Santarém Silves Sintra O GARBE NOS PRINCÍPIOS DO SÉCULO XII, SEGUNDO O GÉOGRAFO EDRICI Províncias do Garbe Roteiro a partir de Saltes Silves A igreja do Corvo Alcácer Évora Badajoz Coimbra Lisboa Os aventureiros do Mar Tenebroso Balata e Santarém Portugal O GARBE NOS PRINCÍPIOS DO SÉCULO XIII Beja Mérida Badajoz Lisboa Ossónoba e Silves O Garbe e os Benu Abade Santarém O ANDALUZ NO SÉCULO XIII Os lugares brilham entre as árvores Fortificações e edifícios Cidades e vilas Paraíso terreal e frutos não proibidos Minas Gado Manufaturas CÓRDOVA «ORNAMENTO DO MUNDO» Arrabaldes O palácio real Portas Jardins e passeios públicos Rusafa e outros palácios O Guadalquivir Vilas dependentes de Córdova Rendas Comércio e agricultura A população da cidade no tempo de Almançor ORGANIZAÇÃO MILITAR E ECONÓMICA DO ANDALUZ Egípcios em Beja Sírios e «baladís» Quarenta mil berberes e escravos Dois mil cavalos sempre prestes Córdova liberta do serviço militar obrigatório Soldadas e pensões de guerra Receitas do califado II PARTE HISTÓRIA DO ANDALUZ A CONQUISTA DE ESPANHA Tárique Lutas civis e traição na Espanha visigoda A invasão Batalha do Lago ou Guadalete Combate de Ecija Tomada de Córdova Queda de Málaga e Granada Capitulação do senhor de Orihuela De novo Córdova Almeida e a mesa de Salomão Muça conquista Sevilha Traição cristã na queda de Carmona Os cristãos de Sevilha refugiam-se em Beja Cerco e conquista de Mérida Conjura em Sevilha apoiada por Beja Encontro de Muça e Tárique Muça conquista Viseu e Lugo Muça forçado a abandonar a Espanha EMIRADO DEPENDENTE DE DAMASCO Organização da conquista Capitulação de Teodomiro, senhor de Orihuela Partilha da terra entre os conquistadores O relato de Ibne Mozaine de Silves Santarém e Coimbra Muça e Açámeh procedem à partilha Alá é o herdeiro da terra e daqueles que a habitam Relato de Arrazí Sara, a Goda — esposa e mãe de árabes muçulmanos Mil aldeias para cada filho de Vitiza Os descendentes de Sara Artobás, filho de Vitiza Artobás e Abderramão Cem aldeias para os chefes sírios Definição das fronteiras A batalha de Covadonga Relato cristão Relato muçulmano A batalha de Poitiers Guerras civis Rebelião dos berberes na Galiza Os berberes derrotados em Gualzalate Rebelião dos sírios Sírios contra baladís Um xeque por um cabrito Cáicidas contra Cálbidas Eu serei o emir A gente do mercado Açougue humano na igreja de Córdova Beja contra Iúçufe Os omíadas estabelecem-se no Andaluz Triunfo dos abácidas e matança geral dos omíadas O melhor cavaleiro dos omíadas O perdão — armadilha Matança de Abú Fotros Fuga A nado no Eufrates Abderramão em Ifríquia Triunfo dos omíadas no Andaluz Iúçufe contra Saragoça e os bascos de Pamplona Combater ou não o omíada Embaixada de Iúçufe a Abderramão Começo das hostilidades De Almodôvar a Córdova Batalha de Almazara EMIRADO INDEPENDENTE DE CÓRDOVA Abderramão funda um emirado independente do Andaluz Multa imposta à população de Elvira Rebelião de Iúçufe Mérida apoia Iúçufe Entre dois fogos Derrota de Iúçufe... ... e morte Beja cabeça da rebelião abácida 1.ª versão 2.ª versão 3.ª versão Submissão de Toledo Abderramão mata o chefe dos iemenitas Os iemenitas contra Abderramão Proscritos do Oriente Beja com os iemenitas Berberes do Algarve com os iemenitas O Garbe contra Abderramão Cristãos no Garbe Évora e a filha de Iúçufe Saragoça e Carlos Magno Retrato de Abderramão ibne Moáuia Sucessores de Abderramão I Hixeme I Luta pelo poder Derrota de Soleimane Submissão de Saragoça Revolta e execução de Soleimane Retrato de Hixeme Retrato de Aláqueme I Autorretrato Abderramão II Recordação de Tarube A formosura de uma virgem Os eunucos impõem Mohâmede Sadune e Mohâmede Bom proveito te faça Quem vem debaixo do véu? As armas cristãs do Norte e do Leste Fruela submete Lugo, Porto e Zamora A Galiza sob o ferro muçulmano Nova invasão da Galiza Campanha contra Alava Invasores francos na Catalunha Afonso III povoa Braga, Viseu, Lamego e Porto Mouros contra galegos e castelhanos Andaluzes em Astorga Os normandos no Garbe e no Andaluz Primeira invasão Os normandos na terra de Lisboa e em Sevilha As tropas do emir socorrem Sevilha Em Bizâncio e Alexandria O Andaluz reforça as suas defesas 2.ª versão — Ibne Hazme, governador de Lisboa Saque do Andaluz 3.ª versão — Lisboa cercada pelos normandos 4.ª versão — Os normandos em Lisboa, Beja e Ossónoba O poeta Algazalí no país dos normandos Silves, porto de partida O país dos normandos A rainha dos normandos com Algazalí Segunda invasão Navios normandos apresados na costa de Beja Terceira invasão Batalha naval na ribeira de Silves Toledo e Córdova contra os emires Matança em Toledo: a Jornada do Fosso O poeta Gárbibe Plano de Aláqueme contra Toledo Traição Convite para jantar O vapor do sangue Córdova contra Aláqueme I Traição e crucifixão A jornada do arrabalde Vem rezar, borracho! Levantamento dos arrabaldes Expulsão dos revoltosos Os exilados cordoveses em Alexandria e Creta Abde Alaziz, rei de Creta As éguas do imperador Beja e Lisboa contra Aláqueme I Toledo contra Mohâmede Toledanos e cristãos derrotados em Guadacelete Resistência e submissão Resistência ativa dos cristãos de Córdova S. Eulógio e Mafoma S. Eulógio defende a «linha» do martírio Aplaudem-nos burlescamente Há crime em ocultar a fé Os cristãos e a luta civil Bebemos as nossas águas por dinheiro Cheios os calabouços Álvaro de Córdova contra o oportunismo dos moçárabes A loriga da fé Colaboracionismo de chefes da igreja moçárabe Revolta geral dos maulas do Andaluz Ibne Maruane, o Galego, herói do Garbe Ibne Maruane e Xurumbaqui Ibne Maruane, senhor de Ossónoba e do Monte Sacro Senhor de Badajoz Ibne Maruane contra Almondir Xurumbaqui, Maruane e a prisão do general A porta de Coimbra Xurumbaqui nas montanhas entre Coimbra e Santarém Muça, terceiro rei de Espanha O casamento de Izraque O repouso do guerreiro O rebelde de Bobastro: Omar ibne Hafeçune Ibne Hafeçune professa o cristianismo Os rebeldes do Andaluz Rebelião em Elvira Revolta dos árabes Levantamento em Múrcia e Jaén Abde Almálique, senhor de Beja e Mértola Revolta em Sidónia De novo Jaén O chefe dos árabes de Granada e Elvira Santa Maria de Ossónoba Sidónia, Saragoça e... Submissão de Montemor e Santarém O ESTADO ÁRABE DO ANDALUZ NO SEU APOGEU Abderramão III, o Vitorioso Ordoño II entra em Évora com grande matança Defesa encarniçada Quatro mil cativos Abderramão III submete Beja e Ossónoba Anácir contra o neto de Ibne Maruane, o Galego Rendição de Beja... ... e Ossónoba Um profeta de Lisboa Ibne Isaque de Santarém Batalha de Alhandega Azahrá Colunas de mármore rosa e verde O califa Aláqueme II Juramento de fidelidade Os grandes e os pequenos eunucos Ordoño requer o auxílio de Aláqueme II Pálpebras arregaladas Por terra ante Aláqueme Ordoño estupefacto Dignitários cristãos no Andaluz Biblioteca de 400 000 volumes Almançor ibne Abú Amir Conjura dos eunucos Duplicidade de Jáfar Assassinato de Muguira Sob a estrela de Abú Amir Derrota dos eunucos Azáhira, cidade de Almançor Califa, título vão Almançor e o «prisioneiro» de Azáhira Os tesouros de Almançor Almançor arrasa Santiago de Compostela Santiago, Caaba dos cristãos Condes cristãos com o Almançor Alcácer, Porto e o Douro português Almançor na Galiza Destruição de Santiago Partilha de despojos em Lamego Almançor açoute dos cristãos A filha de Bermudo, escrava e esposa de Almançor O tutor de Afonso V escolhido em Córdova REVOLUÇÃO E CONTRARREVOLUÇÃO EM CÓRDOVA Revolução Mohâmede Almahdi Tropa de maltrapilhos Insurreição Abdicação de Hixeme II Quem adere? Pilhagem e incêndio de Medina Azáhira Médicos e artífices capitães Sanchuelo Carga macabra Corpo sem cabeça Guerra civil Batalha de Cantija Regresso e morte de Ibne Abde Aljabar De novo Hixeme II Os berberes em Azahrá Ataque a Sevilha e Calatrava Soleimane de novo califa Queda do califado de Córdova Hoje o trono, amanhã a morte Governo republicano do Andaluz ÉPOCA DAS TAIFAS O Garbe nas taifas andaluzas Sevilha dos Banu Abade Beja entre árabes e berberes Torrentes de lágrimas Lisboa salva Ismael Silves dos Banu Mozaine Reinado de Anácir Mohâmede ibne Abú Alásbague Iça ibne Abú Bacre ibne Saíde ibne Mozaine Reinado de Almodafar Iça ibne Mohâmede ibne Saíde ibne Mozaine Faro de Ibne Hárune A escrava de Alquinani Não se ajudem os tiranos com as mãos ou com a língua O ciclo económico na época de taifas Ibne Amar de Silves, jogral, vizir e príncipe Do «Estudo» de Silves ao bornal de ouro Poema a Almutádide Billah Sonho de Ibne Amar Xadrez e diplomacia Ibne Amar, príncipe de Múrcia Quem dá mais Entre dois fardos de palha Poema a Almutâmide O machado da morte Rompe-se o colar de Toledo Omar Almutauáquil, príncipe de Évora Saragoçano governador de Lisboa Afonso VI entre Sevilha e Granada Não se podem degolar todos os muçulmanos Sisnando de Coimbra Política: uma ciência velha Afonso VI e Abdalá Afonso VI, árbitro do Andaluz De novo Múrcia e Ibne Amar Toledo pode passar sem um príncipe Ibne Amar em Saragoça Rebelião de Múrcia Sisnando governador de Toledo Mouros de Toledo Os almorávidas no Andaluz A batalha de Zalaca Desdém pelos sarianos Entre Badajoz e Cória Não há mais asilo que Deus O último dia O Senhor não ignora o que fazem os injustos Povos contra príncipes Os juristas depõem Ibne Raxique Nada se pôde contra Múrcia Presságios de Arraxide ibne Almutâmide Queda de Córdova Ceir Abú Bacre conquista Sevilha Radi ibne Almutâmide, senhor de Mértola Quando os reis entram numa cidade Os almorávidas em Badajoz Romance de Almutâmide As próprias montanhas se põem em marcha Cadeia ou serpente? Os palácios estão vazios ÉPOCA ALMORÁVIDA Cid e a tomada de Valência Quem governa? A terra é boa mortalha Penitência de Ramadã e o ataque de Rodrigo Cid entra em Valência Rodrigo destroça os almorávidas Execução de Ibne Jahafe O relato de Ibne Alcama Carne de cristão O génio militar de Rodrigo Judeus sobre o colo dos muçulmanos O meu coração sai do peito de tanto que deseja o Andaluz Onde estão os sóis e as luas das ciências Ibne Abdune de Évora O império do almorávida Ali Ceir atinge a cidade do Porto Os almorávidas atacam a ocidente A comuna de Almeria Sevilha modelo do Andaluz Não é necessário seguir o príncipe nas suas opiniões Pelos cereais cidades mudam de senhor Avaliadores de impostos, a escória da populaça Como melhorar a situação política Dos alfaquis Dos alguazis do juiz O juiz e o tesouro das fundações pias Do juiz secundário Os advogados não hão de ser borrachos nem libertinos Manhas políticas do juiz Que os magistrados sejam andaluzes Do mal comem, vestem e vivem Inviolabilidade do domicílio Do cárcere e do tronco O almotacé é a língua do juiz Mesquita maior — tesouro e universidade Corporações Cada corporação com seu jurista Das mesquitas de bairro e do ensino elementar Os rendeiros do Estado: de banhos públicos, de moinhos, de barcos Os clérigos são fornicadores Herdades da gente da cidade O xadrez e as damas O cabelo comprido é marca dos malfeitores Os quatro ofícios de que depende a vida do mundo Braceiros agrícolas no mercado de trabalho Será tempo de vir um novo profeta? ÉPOCA ALMÓADA A revolta dos muridines Ibne Cací, mádi e senhor de Mértola Sufis em Mértola e Silves Ibne Alcábila, a espada da revolta Dinheiro celeste com cunho dos almorávidas Ibne Almúndir de Silves Em Huelva e Sevilha Ibne Uazir, senhor do Garbe Silves contra Ibne Cací Os almóadas no Andaluz A ação de Ibne Cací Novas taifas andaluzas Eiça ibne Mamune, senhor de Faro O almorávida Ibne Gania Taifas de Beja e Évora, de Tavira e Silves Submissão de Tavira e Mértola Comuna em Tavira Giraldo Sem Pavor Grita como tens por costume Afonso I e Giraldo em Badajoz Fernando de Leão socorre os muçulmanos Afonso Henriques preso no Caia De novo em Badajoz Aliança entre Leão e os almóadas de Sevilha O relato de Ibne Caldune Ao serviço dos almóadas A morte espera em Drá Emir dos crentes abatido em Santarém Distribuição de armas e cavalos Objetivo Santarém Queda do arrabalde Traição do imã Relato de Abú Alajaje ibne Omar A morte na estrada de Évora Retrato do almóada Iúçufe Iacube no Garbe do Andaluz Silves em poder dos cristãos Queda de Alcácer, Palmela e Silves Relato de Ibne Caldune A expedição de 1190 segundo a chancelaria almóada Destruição de Torres Novas e Tomar Elogio de Iacube Almançor A conquista do Algarve Como os mouros deram ao mestre Cacela por deixar a Torre de Estombar e Alvor Como o mestre pelejou com os mouros e os desbaratou e os venceu... Como os mouros deram de súbito nos cristãos indo seu caminho e se acolheu o mestre e os seus a um monte Como o comendador e cinco cavaleiros foram com ele caçar às Antas além de Tavira uma légua e saíram os moradores a eles e os mataram De como o mestre acudiu àqueles cavaleiros e pelejou e tomou Tavira e os desbaratou... Como o mestre se lançou sobre Silves enquanto o rei Alamafon era fora e como pelejou com ele e lhe tomou o lugar... Como a rainha D. Beatriz foi com seu padre a Toledo e como ele lhe outorgou tudo o que lhe requereu por mandado de seu marido el-rei D. Afonso de Portugal Afonso III toma Faro a Aloandre e Alcabrarão Como o mestre D. Paio Correia ganhou Loulé e Aljezur III PARTE POETAS E PROSADORES DO GARBE AL-ANDALUS FICÇÃO «O Banho de Minchabe» O poeta Ibne Habous em Silves «Sobre os Sinais do Amor» FILOSOFIA Carta de Adeus Talvez não volte a encontrar-te Móvel. Motor. Ente. Potência Cálido natural e animais que entesouram Instrumentos voluntários e classes de homens Instrumentos físicos e dever Os fins que o homem pode propor-se Prazer e prazeres Crítica a Algazali Os deleites da ciência O prazer é a razão por que existem as coisas humanas mas não o seu fim O motor da alma é uma paixão Quem põe todo o seu esforço em conservar os seus membros é como o que se satisfaz com que o seu cavalo tenha boas carnes Contínuas dizem-se as grandezas e o suplício dos condenados no inferno Que espécie de privação de ser é o olvido O governo ou mando diz-se de duas maneiras A decisão é o desejo veemente que precede o movimento para o objeto A túnica do Profeta é que honra o califa Perfeições e instrumentos As virtudes não são o fim último A perfeição do entendimento A relação do homem com as riquezas e com as virtudes Medicina. Náutica. Agronomia. Estratégia e as virtudes intelectuais... O conhecimento especulativo ou teórico O entendimento ilumina os universais A ideia e o indivíduo singular Não podemos ver em si mesmo o entendimento O servo parece-se com as mulas O entendimento adquirido é puro deleite O entendimento só se realiza com a ciência Como, onde, quando me encontrarei contigo Funde-te comigo num só ser Epístola de Santidade Abú Abdalá ibne Zaide (o de Évora) Abú Jáfar Aloriani (o de Loulé) Abú Imrane Almertuli (o de Mértola) Livro dos Círculos Preâmbulo Capítulo I Capítulo II Capítulo III Capítulo IV Capítulo V Capítulo VI Capítulo VII Capítulo VIII «Perigos da Fisolofia» Filosofia e Ciências História Arquitetura almóada no Andaluz Filosofia da História POESIA Alcácer do Sal Abdalá ibne Uázir Não desesperes de chegar a califa Beja Albaji Foi-se o tempo dos nobres feitos... Foi-se embora o próximo som das frases vazias Almutâmide Almutâmide — O almuedine anuncia a hora da oração. Evocação de Silves A uma escrava que lhe ocultou o sol A uma vide em que se lhe prendeu o manto Noite de festa Ser sage Uma manhã quando nos encontrámos... Poema a seu filho Arradi Resposta de Arradi ibne Almutâmide Que não te seduza o belo manto deste mundo: Cativo, a caminho de Agmat, encontrou camponeses que oravam pedindo chuva À cadeia que lhe ligava o pé Cacela Ibne Darrague Alcacetali Diz à primavera... A onda correu sob os navegantes Açucena À morte de uma princesa amirida Nunca passei diante de um campeão... Não sabes, amiga, que ficar é morrer A frota carrega as águas... Esta manhã nada nos concedeu Évora Ibne Abdune Cacida à queda dos Aftácidas Ibne Ayyas Alieburi Desobedeci às minhas paixões... Faro Abú Aláçane Salíh ibne Das noites a mais clara... Ibne Alalame Assantamarí A morte com a sua lembrança Olha as flores... Lisboa Ibne Mucana Alisbuni Poema de Alcabideche Elogio de Edrici II de Málaga Abú Aláçane Ali ibne Ismael Altulaituli Com largas cadeiras... Loulé Abú Arrabi Soleimane ibne Isa Cutair Quando me separei deles voou o corvo O que me dá prazer não é o vinho Mértola Abú Imrane Almertuli Quantas coisas digo que não faço Santarém Abú Aláçane ibne Bassame Anda, apressa-te!... Ibne Sara Estrela Cadente O Braseiro O Zéfiro e a Chuva Tanque com tartarugas Muitas vezes me aconteceu... Procurei satisfazer os homens... Laranjeira A Beringela Poema da Serra Nevada Lareira Quando os viajantes noturnos... Passeio de barco ao pôr do sol O Amor Udri Olha o rio no seu manto Está sólida a túnica que recobre o flanco do rio Papeleiro Os homens honram por ignorância o mundo Olha a lua cheia... ...descrevendo a Veiga de Granada Jovem delicada vejo em teu colar Quando me visitou senti desejo de beijá-lo Tu que pedes mais vinho ao copeiro Silves Mariame Alansari Quem poderá competir contigo... De uma velha com setenta e sete anos Ibne Almilhe O jardim brinca com o zéfiro Encontrei-me com aquele que me tornou lânguido Ibne Amar Leitura A Amada A Almutádide de Sevilha Compreendei-o bem... A Almutâmide que regressava do combate Maçãs e Peras Alcachofra À Cantora Tarabe A Almutâmide Sou Ibne Amar... Céu Pluvioso A Xanabus (S. Brás de Alportel) Censurais meu corpo delgado... Se não é por mim... Ibne Asside A Lua e o Copeiro Dir-se-ia que quando a ânfora gorgoleja O Cavalo Negro Ao Anoitecer Se me perguntam: «como vais?»... Quando o tempo for contrário Alaúde Assilbia Silves, ó minha Silves... Garbe (Poetas do) Ibne Arraia O Repuxo Ibne Hisn O Pombo Ibne Zuhr Aliiadi Uma casa bem abastecida... Andaluz (Resto do) Alcartajani Os rios de Espanha choram de tristeza... Arrusafi Jovem Tecelão Iiade As Searas Ibne Ribah Alhajame A Cegonha Ibne Hafaga Orgia Sade Aljair A Nora CRONOLOGIA EMIRADO DEPENDENTE DE DAMASCO Relação por ordem cronológica dos governadores dependentes de Damasco EMIRADO INDEPENDENTE DE CÓRDOVA Relação dos emires independentes e dos califas de Córdova FONTES MANUSCRITAS PUBLICADAS BIBLIOGRAFIA EXTRATEXTO
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