Senhores da Navegação, da Conquista e do Comércio
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CAPA Ficha Técnica Nota do Autor I. PRIMEIRA RESERVA DO MUNDO Primeira reserva do mundo recém-descoberto e a descobrir A bula Romanus Pontifex Reserva e Mare Clausum Modelos da expansão portuguesa quatrocentista Conceitos títulos intenções «Lezírias» de Guiné e bulas papais Fases e modelos Sentidos da História Causas e contradições Atores singulares e coletivos Descobertas Os argonautas portugueses e o seu velo de oiro (séculos XV-XVI) Conquista navegação comércio Caravelas e falcões Os navegantes Bases e fortalezas Fundamentos e modelos Reserva do mundo «a descobrir» Os reis empresários A mente move-se A formação do Estado português da Índia Uma longa viagem Guerra comercial marítima Cartas de 1507 e presas de Malaca Modelos para a conquista do comércio Navios e fortalezas A gente de armas Riquezas e fama II. NOVA GENTE Mercadores portugueses nos séculos XIV e XV Lisboa Mercadorias Capitais Lei da Construção Naval e Bolsa de Seguros Marítimos Mercadores do Porto Concelhos Mercadores estrangeiros Mercadores e o rei Revolução de Lisboa Conquista de Ceuta O hábito da mercadoria é «limpo» Portugal, nos anos 70 do século XV Ser rei Corpos permanentes e artilharia Concelhos e pelouros Comarcas e rendas da Coroa em 1473 Zonas económicas para lá do Bojador Ouro e escravos As ilhas «Por cavalgaduras os navios» Contratos e judeus Amostragem do capital financeiro Guerra e diplomacia Lisboa pula as muralhas Cantos e trovas III. ÍNCLITA GERAÇÃO Infante D. Pedro, o das Sete Partidas Do mito e da utopia Horizonte geográfico e temporal Da voz e do rosto do infante D. Pedro O projeto Percurso político Estórias e discurso lógico Henrique, o Navegador Rodas celestes e oráculo divino Berço Ceuta e o destino Gil Eanes Política, a de transporte e a de fomento Tânger Conflitos e regência O governo de D. Pedro e o exclusivo da navegação para lá do Bojador A casa senhorial henriquina Alfarrobeira Honra e comércio Sagres. Realidade e mito Traços finais D. João II (1455-1495). Esboços para um retrato O retrato por Rui de Pina O retrato por Garcia de Resende Algumas notas comparativas Teias que envolviam a ação A Casa do Príncipe O rei senhor do reino A morte do duque de Bragança A morte do duque de Viseu A política europeia A política atlântica Suporte social e político A morte e o mito IV. VIAGENS E VIAJANTES No rasto de Cabral Os navegantes Da terra e dos homens A construção do Brasil À maneira de harpa Riqueza, comércio e capital A Corte e os autos de Gil Vicente Na guerra anda Deus por capitão Sinais da Europa Crítica e reforma do clero Defesa da unidade da Igreja Cristãos-novos e unidade do Estado Riqueza e pobreza Defesa do lavrador D. João de Castro e o Racionalismo Moderno Introdução biográfica Estudar o céu, o ar e o mar A prática reprova opiniões dos Antigos O conhecimento das coisas humanas e divinas Ser e conhecer Nunca se acaba de saber Os sentidos obedecem ao entendimento A variação da agulha e o método experimental Demonstração matemática e a prática dos homens do mar O saber em Garcia de Orta Limites geográfico-temporais do saber Gregos, arábios e modernos A utensilagem do saber Prática social e saber Vida perigosa e saber A posição de Orta Saber o que é? O ser e o saber Modos de saber O método do saber físico Ver-observar e ver-experimentar Nos 400 anos da morte de Luís Vaz de Camões Os Lusíadas, poema nacional «Olhos não são iguais» Verdade, Amor, Razão, Merecimento A Elegia VI e as bandeiras ideológicas Clio e a Peregrinação de Fernão Mendes Pinto Medimos as coisas narradas pelo que temos diante dos olhos A Peregrinação é um todo verdadeiro A magia do número Os poderosos acreditaram Nos mares de Malaca, Indochina, China e Japão Corsários, fidalgos, mercadores O caso do ouvidor-geral da Índia Gaspar Jorge Mudar de pele Mulheres e meninos Liampó Estratégia Guerra naval Furtar e pregar O padre António Vieira ousou todos os limites A escravatura dos negros Inquisição e cristãos-novos A escravatura dos índios Epílogo V. DUARTE GOMES SOLIS: O DISCURSO DE UM MERCADOR BANQUEIRO Um homem na sua época Numerar os homens Contas do reino e do império Ricos e pobres Guerras de religião e guerras de comércio Ciência que se tem e ciência que se usa O dinheiro e a felicidade dos homens Roteiro de uma vida Para a análise de um discurso Aparelho e autores Horizonte geográfico Três ângulos de um triângulo Diagnóstico e razões da «miserável ruína». Para um diagnóstico da crise Causas gerais A união de Castela A pressão dos inimigos A falta de «bom governo político» Ódio aos mercadores Malaca e a política das fortalezas O comércio da pimenta A política do mar Minas de ouro ou o cultivo e as artes? Remédios para a crise Favor à mercadoria Bancos e crédito «Universidade» de mercadores As vias marítimas e as armadas Propostas sobre o comércio oriental A Companhia da Índia Oriental Anos de 1627-1628 Companhia: Sim, mas principalmente Não Favor às artes mecânicas Favor à agricultura Os modelos China, o melhor dos governos O inimigo modelo O modelo Brasil Alguns pontos teóricos à guisa de conclusão Ouro, prata e moeda Ciência e mercadoria O económico e o político Adversários sociais Nota final Bibliografia
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