Explorando as teorias da tradução
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Explorando as Teorias da Tradução apresenta uma análise abrangente dos paradigmas contemporâneos principais da teoria da tradução ocidental. O livro começa com uma pesquisa sobre as abordagens linguísticas clássicas do século XX antes de prosseguir para os modelos mais recentes, como o de tradução cultural. Um a um, abordam-se os paradigmas centrais e as teorias a eles associadas, incluindo as da equivalência, do propósito, a descritivista, da incerteza, a localização e a tradução cultural. Os leitores são encorajados a explorar as várias teorias e a ponderar acerca de seus pontos fortes e fracos e das implicações dessas teorias para a prática da tradução, hoje e no futuro. O livro conclui com uma pesquisa sobre a forma pela qual a tradução é usada como um modelo de estudos culturais e sociológicos pós-modernos, o que estende seu escopo bem além das noções ocidentais. Cada capítulo inclui recursos, como: - uma introdução, que destaca os principais pontos de cada teoria e seus conceitos-chave, com exemplos ilustrativos; - exemplos extraídos de uma ampla gama de idiomas – apesar de não ser necessário o conhecimento de nenhuma outra língua além do português; - discussão de pontos principais e sugestões de atividades; - o resumo, alguns pontos para discussão e exercícios Esta edição cobre ainda as novas tecnologias da tradução, tradutores voluntários, lógica não linear, mediação, idiomas asiáticos e as pesquisas em processos cognitivos na tradução. Abrangente e cativante, destina-se tanto à autoinstrução, independentemente de o leitor atuar ou não na área, quanto a ser usado como referencial em cursos de estudos da tradução e em programas de linguística aplicada. Sumário Ilustrações Agradecimentos Prefácio Capítulo 1: O Que É uma Teoria da Tradução? 1.1. Da Teorização às Teorias 1.2. Das Teorias aos Paradigmas 1.3. Como Este Livro é Organizado 1.4 Por Que Estudar Teorias da Tradução? 1.5. Como Deveriam Ser Estudadas as Teorias da Tradução? Capítulo 2: Equivalência Natural 2.1. Equivalência Natural Como um Conceito 2.2. Equivalência Versus Estruturalismo 2.3. Procedimentos Para a Manutenção da Equivalência Natural 2.4. Equivalência Baseada em Texto 2.5. Referência a um Tertium Comparationis e a Teoria do Sentido 2.6. As Virtudes da Equivalência Natural 2.7. Objeções Frequentes 2.8. Equivalência Natural como um Subparadigma Histórico Capítulo 3: Equivalência Direcional 3.1. Dois Tipos de Similaridade 3.2. Direcionalidade nas Definições de Equivalência 3.3. O Teste da Retradução 3.4. Polaridades da Equivalência Direcional 3.5. Apenas Duas Categorias? 3.6. Teoria da Relevância 3.7. Equivalência Como Ilusão 3.8. As Virtudes da Equivalência Direcional 3.9. Objeções Frequentes Capítulo 4: Propósitos 4.1. A Teoria do Escopo Como Porta Para um Novo Paradigma 4.2. Katharina Reiss, Hans Vermeer e as Origens da Teoria do Escopo 4.3. Justa Holz-Mänttäri e a Teoria da Competência do Tradutor 4.4. A Teoria “Suficientemente Boa” Baseada em Propósitos 4.5. Quem Realmente Decide? 4.6. Algumas Virtudes do Paradigma de Propósitos 4.7. Objeções Frequentes 4.8. Ampliação Para a Análise de Projetos Capítulo 5: Descrições 5.1. O Que Aconteceu à Equivalência? 5.2. Conceitos Teóricos do Paradigma Descritivista 5.3. Normas 5.4. Traduções “Presumidas” 5.5. Prioridade ao Contexto de Chegada 5.6. Universais de Tradução 5.7. Leis 5.8. Estudos de Processo 5.9. Objeções Frequentes 5.10. O Futuro do Paradigma Descritivista Capítulo 6: Incerteza 6.1. Incerteza Por Quê? 6.2. O Princípio da Incerteza 6.3. Perspectivas Deterministas Sobre a Língua Com Teorias Indeterministas da Tradução 6.4. Teorias Sobre Como Conviver Com a Incerteza 6.5. Desconstrução 6.6. Então Como Deveríamos Traduzir? 6.7. Objeções Frequentes Capítulo 7: Localização 7.1. A Localização Como Paradigma 7.2. O Que É Localização? 7.3. O Que É Internacionalização? 7.4. A Localização É Mesmo Algo Novo? 7.5. O Papel das Tecnologias 7.6. A Tradução na Localização 7.7. Objeções Frequentes 7.8. O Futuro da Localização Capítulo 8: Tradução Cultural 8.1. Um Novo Paradigma? 8.2. Homi Bhabha e a Tradução “Não Substantiva” 8.3. Tradução Sem Traduções: Iniciativas Por uma Disciplina Mais Ampla 8.4. A Etnografia Como Tradução 8.5. A Sociologia da Tradução 8.6. Spivak e a Psicanálise da Tradução 8.7. “Tradução Generalizada” 8.8. Objeções Frequentes Pós-Escrito – E Se Todos Eles Estiverem Errados? Notas Referências Índice Remissivo
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