O Saber dos Antigos
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SUMARIO Prologo □ NIILISMO, RAIZ DOS MALES □ O HOMEM DE HOJE Nietzsche profeta e teórico do niilismo A essência do niilismo A morte de Deus A interpretação de Heidegger A anulação dos valores e a perda dos ideais A transvalüração de todos os valores e a vontade de potência □ niilismo levado às últimas consequências □ estada intermediária: a niilismo incompleta Uma confirmação feita por Heidegger As máscaras do niilismo Capítulo 1 REDUCIONISMO CIENTIFICISTA DA RAZÃO Aristóteles e a distinção entre razão científica e razão metafísica Cientismo e tecnicismo Algumas críticas Rescher e os limites da ciência Popper e a concepção falibilista da ciência A fronteira entre ciência e metafísica A distinção entre razão metafísica e razão científica □ conceito clássico de metafísica □ eterno retorno do mesmo O pensamento do eterno retorno do mesmo como metafísica forte Capítulo 2 IDEOLOGISMD E ESQUECIMENTO □ O VERDADEIRO A sabedoria antiga e a verdade como o que não está oculto Gênese da conceito de ideologia Consequências do ideologismo A análise niilista da ideologia O erro de quem dá primazia ao "considerar verdadeiro" contra a verdade Filosofia como "arte de viver” A verdade, e as dificuldades do homem em contemplá-la A verdade coma ser das coisas A força da verdade Capítulo 3 PRAXISMO E PRODUTIVISMO TECNOLÓGICO □ alcance ontogonico da contemplação □ ídolo da produção que é fim em si mesm As análises de Lorenz e de Morin A corrida descontrolada do desenvolvimento A contemplação como objetivo supremo do homem A “contemplação" segundo Aristóteles "□ prado da verdade” As consequências extraídas por Plotino Capítulo 4 □ BEM-ESTAR MATERIAL, SUCEDÂNEO DA FELICIDADE Natureza da verdadeira felicidade A mitologia do bem-estar As raízes niilistas do mal-estar da civilização Platão contra a "voracidade” □s pré-socráticos e a felicidade A mensagem de Sócrates A felicidade como harmonia da alma Aristóteles: a felicidade como contemplação A felicidade segunda as filosofias da era helenística e imperial Capítula 5 A DIFUSÃO □ A VIOLÊNCIA A mensagem da não violência Violência e niilismo A lição de Caim "Jovens habitados pelo nada" Cálicles, ou a lei do mais forte A doença que nunca morre A revolução da não violência O "respeito” pelo homem e a "justiça” como eixos da vida em sociedade Platão e a superioridade da justiça O amor A "me-utopia” de Buzzati "A revolta dos cretinos” A máscara dramatúrgica da bondade Capítulo 6 PERDA DO SENTIDO DA FORMA Platão e a dimensão ontológica do belo Nietzsche diante do belo A ampliação do in-forme e do dis-forme A propósito de certos "manifestos” estético-filosóficos da arte contemporânea Ciência e beleza Origem do conceito de forma Ligações estruturais entre forma, números e relações numéricas □ belo coincide com o bem A beleza como revelação do suprassensível no sensível Capitula 7 ESQUECIMENTO DO AMOR Platão e o sentido do Eros □ sexo como substituto do amor A doutrina do Eros no "Banquete” Um aprofundamento da natureza do Eros no "Fedro” Feyerabend e o amor de doação Capítulo 8 INDIVIDUALISMO LEVADO AD EXTREMO Sócrates: "Conhece-te a ti mesmo" A perda da fé no homem □ homem na óptica do niilismo nietzschiano O homem na óptica do niilismo existencialista Niilismo e ciência O individualismo A unidade como raiz e sentido do amor no discurso de Rristófanes no "Banquete" O desenvolvimento da imagem do homem na história espiritual dos gregos Sócrates e a formulação do conceito ocidental de alma Aprofundamento platônico do conceito de alma Dignidade do homem e sua proximidade dos deuses segundo Aristóteles □ homem, "medida de todas as coisas"? Canítulo 9 PERDA DO SENTIDO DO FIM Sabedoria antiga e harmonia do cosmos A negação do fim das coisas Rejeição da ordem finalista por parte dos cientistas As posições dos novos estudos sobre a cosmologia, especialmente a de Weinberg Crítica das posições dogmáticas de Weinberg Acaso e caos na ciência Algumas observações de caráter metafísico sobre a ideia de caos Algumas reflexões de Morin sobre ordem/desordem Ermanno Olmi responde a UJeinberg Pedrinhas e estrelas A resposta da sabedoria antiga ao problema do sentido das coisas A Inteligência cósmica O "lugar” da inteligência Uma reflexão inspirada em Sêneca Capitulo 10 MRTERIRLISMQ E ESQUECIMENTO 00 SER Platão: a "Segunda navegação" e a rejeição de todas as formas de materialismo □ materialismo físico-ontológico □ materialismo histórico-dialético A eliminação da dimensão do ser metafísico Heidegger dá continuidade ao discurso nietzschiano □ desafio de Platão ao materialismo Rumo à descoberta do mundo inteligível A verdadeira causa e a concausa material das coisas A "Segunda navegação" como símbolo de acesso ao suprassensível A estrutura bipolar □ resultado da "Segunda navegação": a descoberta dos princípios primeiros e supremos A “justa medida” Epílogo DUAS MENSAGENS □ E PLATÃO AOS HOMENS DE TODAS AS ÉPOCAS A metáfora da "con-versão” e a “oração do filósofo” A criação do conceito ocidental de "con-versão” "Fedro”, a obra-prima de Platão A oração final do "Fedro" □ segundo pedido da oração □ terceiro pedido da oração Sabedoria antiga e esperança atual
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