PORTUGUESE

A Economia em Machado de Assis: o olhar oblíquo do acionista

Book information

Publisher
Zahar
Year
2007
ISBN
9788537803165
Language
portuguese
Format
EPUB
Filesize
2 MB (1677568 bytes)
Edition
Pages
271\0
Topic
History
Time added
2018-09-07 19:06:29

Description

Machado de Assis escreveu cerca de 600 crônicas entre 1883 e 1900, muitas delas publicadas em jornais da época e que trataram de temas importantes como a Abolição da Escravatura, o Encilhamento e a Proclamação da República. A partir desse rico e vasto material historiográfico, o ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco produziu uma seleção inédita de textos do escritor, que tratam de temas econômicos e financeiros da época. Além da seleção, Gustavo Franco introduz e comenta os textos de Machado de Assis, contextualizando os fatos que ganharam a atenção e o olhar do cronista. "A economia em Machado de Assis" é, assim, um privilégio historiográfico, a chance de visitar o passado brasileiro, em um momento rico e tumultuado, com a companhia de um dos grandes escritores da literatura mundial e um dos mais brilhantes economistas do país. SUMÁRIO Apresentação de Sergio Paulo Rouanet PARTE I Introdução A crônica do tempo Aspectos editoriais da coletânea PARTE II O olhar oblíquo do acionista 1. uma lambujem ao intermediário (02.09.1883) 2. o carneiro … acionista (14.10.1883) 3. o equinócio do dividendo (21.02.1885) 4. os capitais estão sujeitos a emagrecer no verão (03.03.1885) 5. impostos inconstitucionais (16.05.1885) 6. que será do novo banco? Um barranco, uma enchente (17.11.1886) 7. eu acionista do Banco do Brasil (10.02.1888) 8. anda alguma coisa no ar (11.05.1888) 9. um ordenado pequeno, mas há de crescer (19.05.1888) 10. questão de federalismo (27.05.1888) 11. esperando a indenização (26.06.1888) 12. o acionista é uma bela concepção (23.02.1889) 13. uma moeda nossa … o cruzeiro (30.03.1889) 14. se começarem a fazer das sociedades pequenos parlamentos (19.06.1892) 15. o negócio das debêntures … e o habeas corpus (31.07.1892) 16. para que meter o deficit entre as minhas preocupações? (21.08.1892) 17. as percentagens são as primeiras flores do capital ou “O sermão do Diabo” (04.09.1892) 18. a emissão bancária nasceu tão grossa (11.09.1892) 19. balanço de comércio … excesso de emissões … um fastio ou “Uma nota idílica” (09.10.1892) 20. grande Law! … de celebridade a … embromador (23.10.1892) 21. não havia dividendos mas divididos (11.12.1892) 22. este é o Encilhamento (18.12.1892) 23. Banco da República … a arte culinária chama de roupa velha (01.01.1893) 24. chovem assuntos modernos … (29.01.1893) 25. falsas estão para as verdadeiras, como o quilo mal pesado (05.02.1893) 26. papel-moeda e moeda-papel … fusão e encampação (25.06.1893) 27. não eram bem títulos nem bem caveiras ou “A cena do cemitério” (03.06.1894) 28. nossa moeda municipal (12.08.1894) 29. o primeiro mistério anda já tão safado … é o câmbio (16.12.1894) 30. a sensibilidade nervosa do câmbio (10.02.1895) 31. uma vertigem de capitais, de emissões, de valores (03.11.1895) 32. impostos sobre produtos farmacêuticos (22.12.1895) 33. que magnésia há contra o câmbio? (08.03.1896) 34. incluamos paternalismo nos dicionários (19.07.1896) 35. mete dinheiro na bolsa (02.08.1896) 36. esse algarismo, que eu presumia nunca ver nas tabelas cambiais (23.08.1896) 37. essas notas… rasgadas, vi-as chegar catitas e alegres (01.11.1896) 38. o contribuinte sou eu, és tu (10.01.1897) 39. o acionista é… credor de dividendo (04.11.1900) 40. o testamento Notas Créditos das ilustrações Bibliografia Agradecimentos

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