Princípios de Termodinâmica para Engenharia
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Com uma abordagem pedagógica consagrada e explicações claras, concisas e fundamentadas, Princípios de Termodinâmica para Engenharia reúne os recursos necessários para a formação de estudantes de Química, Física e de diversas áreas de Engenharia, tanto na graduação quanto na pós-graduação. Estruturado de maneira lógica, este livro relaciona a termodinâmica a questões prementes, como produção de energia, meio ambiente, biomedicina, bioengenharia e tecnologias emergentes. Esta 8ª edição tem, como novidade, 700 problemas inéditos e um projeto gráfico ainda mais didático. Além disso, dá acesso a materiais suplementares online, mediante cadastro, entre eles animações referentes a assuntos fundamentais e o software Interactive Thermodynamics, que auxilia o uso de computadores para a resolução de problemas. Princípios de Termodinâmica para Engenharia traz ainda, como destaque, o acesso GRATUITO a um conjunto de videoaulas exclusivas, com tópicos essenciais de Termodinâmica. Basta acessar www.grupogen.com.br, realizar o cadastro e inserir o código de acesso (PIN) – fornecido na orelha interna deste livro – no GEN-IO, ambiente virtual de aprendizagem do GEN | Grupo Editorial Nacional. Prefácio Sumário 1. Conceitos Introdutórios e Definições 1.1. Usando a Termodinâmica 1.2. Definindo Sistemas 1.2.1. Sistemas Fechados 1.2.2. Volumes de Controle 1.2.3. Selecionando a Fronteira do Sistema 1.3. Descrevendo Sistemas e Seus Comportamentos 1.3.1. Pontos de Vista Macroscópico e Microscópico da Termodinâmica 1.3.2. Propriedade, Estado e Processo 1.3.3. Propriedades Extensivas e Intensivas 1.3.4. Equilíbrio 1.4. Medindo Massa, Comprimento, Tempo e Força 1.4.1. Unidades SI 1.4.2. Unidades Inglesas de Engenharia 1.5. Volume Específico 1.6. Pressão 1.6.1. Medidas de Pressão 1.6.2. Empuxo 1.6.3. Unidades de Pressão 1.7. Temperatura 1.7.1. Termômetros 1.7.2. Escalas de Temperatura Kelvin e Rankine 1.7.3. Escalas Celsius e Fahrenheit 1.8. Projeto de Engenharia e Análise 1.8.1. Projeto 1.8.2. Análise 1.9. Metodologia para a Solução de Problemas de Termodinâmica 2. Energia e a Primeira Lei da Termodinâmica 2.1. Revendo os Conceitos Mecânicos de Energia 2.1.1. Trabalho e Energia Cinética 2.1.2. Energia Potencial 2.1.3. Unidades para a Energia 2.1.4. Conservação de Energia em Mecânica 2.1.5. Comentário Final 2.2. Ampliando Nosso Conhecimento sobre Trabalho 2.2.1. Convenção de Sinais e Notação 2.2.2. Potência 2.2.3. Modelando o Trabalho de Expansão ou Compressão 2.2.4. Trabalho de Expansão ou Compressão em Processos Reais 2.2.5. Trabalho de Expansão ou Compressão em Processos em Quase Equilíbrio 2.2.6. Outros Exemplos de Trabalho 2.2.7. Outros Exemplos de Trabalho em Processos em Quase Equilíbrio 2.2.8. Forças e Deslocamentos Generalizados 2.3. Ampliando Nosso Conhecimento sobre Energia 2.4. Transferência de Energia por Calor 2.4.1. Convenção de Sinais, Notação e Taxa de Transferência de Calor 2.4.2. Modos de Transferência de Calor 2.4.3. Comentários Finais 2.5. Contabilizando a Energia: Balanço de Energia para Sistemas Fechados 2.5.1. Aspectos Importantes do Balanço de Energia 2.5.2. Utilizando o Balanço de Energia: Processos em Sistemas Fechados 2.5.3. Utilizando o Balanço da Taxa de Energia: Operação em Regime Permanente 2.5.4. Utilizando o Balanço da Taxa de Energia: Operação em Regime Transiente 2.6. Análise de Energia para Ciclos 2.6.1. Balanço de Energia para um Ciclo 2.6.2. Ciclos de Potência 2.6.3. Ciclos de Refrigeração e Bomba de Calor 2.7. Armazenamento de Energia 2.7.1. Visão Geral 2.7.2. Tecnologias de Armazenamento 3. Avaliando Propriedades 3.1. Conceitos Introdutórios 3.1.1. Fase e Substância Pura 3.1.2. Definindo o Estado 3.2. Relação p–υ–T 3.2.1. Superfície p–υ–T 3.2.2. Projeções da Superfície p–υ–T 3.3. Estudando Mudança de Fase 3.4. Obtendo Propriedades Termodinâmicas 3.5. Avaliando Pressão, Volume Específico e Temperatura 3.5.1. Tabelas de Líquido e de Vapor 3.5.2. Tabelas de Saturação 3.6. Avaliando a Energia Interna Específica e a Entalpia 3.6.1. Apresentando a Entalpia 3.6.2. Obtendo os Valores de u e h 3.6.3. Estados de Referência e Valores de Referência 3.7. Avaliando Propriedades Utilizando Programas de Computador 3.8. Aplicando o Balanço de Energia Usando Propriedades Tabeladas e Programas de Computador 3.8.1. Utilizando Tabelas de Propriedades 3.8.2. Utilizando um Programa de Computador 3.9. Apresentando os Calores Específicos cυ e cp 3.10. Avaliando Propriedades de Líquidos e Sólidos 3.10.1. Aproximações para Líquidos Utilizando Dados de Líquido Saturado 3.10.2. Modelo de Substância Incompressível 3.11. Diagrama de Compressibilidade Generalizada 3.11.1. Constante Universal dos Gases, 3.11.2. Fator de Compressibilidade, Z 3.11.3. Dados de Compressibilidade Generalizada, Diagrama Z 3.11.4. Equações de Estado 3.12. Apresentando o Modelo de Gás Ideal 3.12.1. A Equação de Estado de Gás Ideal 3.12.2. Modelo de Gás Ideal 3.12.3. Interpretação Microscópica 3.13. Energia Interna, Entalpia e Calores Específicos de Gases Ideais 3.13.1. Relações Δu, Δh, Δcυ e cp 3.13.2. Utilizando Funções Relativas ao Calor Específico 3.14. Aplicando o Balanço de Energia Utilizando Tabelas de Gás Ideal, Calores Específicos Constantes e 3.14.1. Utilizando Tabelas de Gás Ideal 3.14.2. Utilizando Calores Específicos Constantes 3.14.3. Utilizando Programas de Computador 3.15. Relações de Processos Politrópicos 4. Análise do Volume de Controle Utilizando Energia 4.1. Conservação de Massa para um Volume de Controle 4.1.1. Desenvolvendo o Balanço da Taxa de Massa 4.1.2. Analisando a Vazão Mássica 4.2. Formas do Balanço de Massa em Termos de Taxa 4.2.1. Formulação do Balanço da Taxa de Massa para Escoamento Unidimensional 4.2.2. Formulação do Balanço da Taxa de Massa para Regime Permanente 4.2.3. Formulação Integral do Balanço da Taxa de Massa 4.3. Aplicações do Balanço da Taxa de Massa 4.3.1. Aplicação em Regime Permanente 4.3.2. Aplicação Dependente do Tempo (Transiente) 4.4. Conservação de Energia para um Volume de Controle 4.4.1. Desenvolvendo o Balanço da Taxa de Energia para um Volume de Controle 4.4.2. Avaliando o Trabalho para um Volume de Controle 4.4.3. Formulação de Escoamento Unidimensional do Balanço da Taxa de Energia para um Volume de Controle 4.4.4. Formulação Integral do Balanço da Taxa de Energia para um Volume de Controle 4.5. Análise de Volumes de Controle em Regime Permanente 4.5.1. Formulações em Regime Permanente dos Balanços das Taxas de Massa e de Energia 4.5.2. Considerações sobre a Modelagem de Volumes de Controle em Regime Permanente 4.6. Bocais e Difusores 4.6.1. Considerações sobre a Modelagem de Bocais e Difusores 4.6.2. Aplicação para um Bocal de Vapor 4.7. Turbinas 4.7.1. Considerações sobre a Modelagem de Turbinas a Vapor e a Gás 4.7.2. Aplicação para uma Turbina a Vapor 4.8. Compressores e Bombas 4.8.1. Considerações sobre a Modelagem de Compressores e Bombas 4.8.2. Aplicações para um Compressor de Ar e um Sistema de Bombeamento 4.8.3. Sistemas de Armazenamento de Energia por meio de Bombagem Hídrica e Ar Comprimido 4.9. Trocadores de Calor 4.9.1. Considerações sobre a Modelagem de Trocadores de Calor 4.9.2. Aplicações para um Condensador de uma Instalação de Potência e o Resfriamento de um Computador 4.10. Dispositivos de Estrangulamento 4.10.1. Considerações sobre a Modelagem de Dispositivos de Estrangulamento 4.10.2. Usando um Calorímetro de Estrangulamento para Determinar o Título 4.11. Integração de Sistemas 4.12. Análise Transiente 4.12.1. Balanço de Massa na Análise Transiente 4.12.2. Balanço de Energia na Análise Transiente 4.12.3. Aplicações da Análise Transiente 5. A Segunda Lei da Termodinâmica 5.1. Introduzindo a Segunda Lei 5.1.1. Estimulando o Uso da Segunda Lei 5.1.2. Oportunidades para Desenvolver Trabalho 5.1.3. Aspectos da Segunda Lei 5.2. Enunciados da Segunda Lei 5.2.1. Enunciado de Clausius da Segunda Lei 5.2.2. Enunciado de Kelvin–Planck da Segunda Lei 5.2.3. Enunciado da Entropia da Segunda Lei 5.2.4. Resumo da Segunda Lei 5.3. Processos Reversíveis e Irreversíveis 5.3.1. Processos Irreversíveis 5.3.2. Demonstrando a Irreversibilidade 5.3.3. Processos Reversíveis 5.3.4. Processos Internamente Reversíveis 5.4. Interpretando o Enunciado de Kelvin–Planck 5.5. Aplicando a Segunda Lei a Ciclos Termodinâmicos 5.6. Aspectos da Segunda Lei de Ciclos de Potência Interagindo com Dois Reservatórios 5.6.1. Limite da Eficiência Térmica 5.6.2. Corolários da Segunda Lei para Ciclos de Potência 5.7. Aspectos da Segunda Lei Relativos aos Ciclos de Refrigeração e Bomba de Calor Interagindo com 5.7.1. Limites dos Coeficientes de Desempenho 5.7.2. Corolários da Segunda Lei para Ciclos de Refrigeração e Bomba de Calor 5.8. As Escalas de Temperatura Kelvin e Internacional 5.8.1. A Escala Kelvin 5.8.2. O Termômetro de Gás 5.8.3. Escala Internacional de Temperatura 5.9. Medidas de Desempenho Máximo para Ciclos Operando entre Dois Reservatórios 5.9.1. Ciclos de Potência 5.9.2. Ciclos de Refrigeração e Bomba de Calor 5.10. Ciclo de Carnot 5.10.1. Ciclo de Potência de Carnot 5.10.2. Ciclos de Refrigeração e Bomba de Calor de Carnot 5.10.3. Resumo do Ciclo de Carnot 5.11. A Desigualdade de Clausius 6. Utilizando a Entropia 6.1. Entropia – Uma Propriedade do Sistema 6.1.1. Definindo a Variação de Entropia 6.1.2. Avaliando a Entropia 6.1.3. Entropia e Probabilidade 6.2. Obtendo Valores de Entropia 6.2.1. Valores para Vapor Superaquecido 6.2.2. Valores de Saturação 6.2.3. Valores para Líquidos 6.2.4. Determinação por Computador 6.2.5. Utilizando Gráficos de Entropia 6.3. Introduzindo as Equações T dS 6.4. Variação de Entropia para uma Substância Incompressível 6.5. Variação de Entropia de um Gás Ideal 6.5.1. Utilizando Tabelas de Gás Ideal 6.5.2. Assumindo Calores Específicos Constantes 6.5.3. Determinação por Código Computacional 6.6. Variação de Entropia em Processos Internamente Reversíveis 6.6.1. Área Representativa da Transferência de Calor 6.6.2. Aplicação do Ciclo de Carnot 6.6.3. Trabalho e Transferência de Calor em um Processo Internamente Reversível de Água 6.7. Balanço de Entropia para Sistemas Fechados 6.7.1. Interpretando o Balanço de Entropia para um Sistema Fechado 6.7.2. Avaliando Geração e Transferência de Entropia 6.7.3. Aplicações do Balanço de Entropia para um Sistema Fechado 6.7.4. Balanço da Taxa de Entropia para Sistemas Fechados 6.8. Sentido dos Processos 6.8.1. Princípio do Aumento de Entropia 6.8.2. Interpretação Estatística da Entropia 6.9. Balanço da Taxa de Entropia para Volumes de Controle 6.10. Balanços de Taxas para Volumes de Controle em Regime Permanente 6.10.1. Volumes de Controle com uma Entrada e uma Saída em Regime Permanente 6.10.2. Aplicações dos Balanços de Taxas a Volumes de Controle em Regime Permanente 6.11. Processos Isentrópicos 6.11.1. Considerações Gerais 6.11.2. Utilizando o Modelo de Gás Ideal 6.11.3. Ilustrações: Processos Isentrópicos do Ar 6.12. Eficiências Isentrópicas de Turbinas, Bocais, Compressores e Bombas 6.12.1. Eficiência Isentrópica de Turbinas 6.12.2. Eficiência Isentrópica de Bocais 6.12.3. Eficiência Isentrópica de Compressores e Bombas 6.13. Calor e Trabalho em Processos Internamente Reversíveis em Regime Permanente 6.13.1. Calor Transferido 6.13.2. Trabalho 6.13.3. Trabalho em Processos Politrópicos 7. Análise da Exergia 7.1. Apresentação da Exergia 7.2. Conceituação de Exergia 7.2.1. Ambiente e Estado Morto 7.2.2. Definição de Exergia 7.3. Exergia de um Sistema 7.3.1. Aspectos da Exergia 7.3.2. Exergia Específica 7.3.3. Variação de Exergia 7.4. Balanço de Exergia para Sistemas Fechados 7.4.1. Apresentação de Balanço de Exergia para um Sistema Fechado 7.4.2. Balanço da Taxa de Exergia para Sistemas Fechados 7.4.3. Destruição e Perda de Exergia 7.4.4. Balanço de Exergia 7.5. Balanço da Taxa de Exergia para Volumes de Controle em Regime Permanente 7.5.1. Comparação entre Energia e Exergia para Volumes de Controle em Regime Permanente 7.5.2. Avaliação da Destruição de Exergia em Volumes de Controle em Regime Permanente 7.5.3. Balanço de Exergia para Volumes de Controle em Regime Permanente 7.6. Eficiência Exergética (Eficiência da Segunda Lei) 7.6.1. Adequação do Uso Final à Fonte 7.6.2. Eficiências Exergéticas de Componentes Usuais 7.6.3. Uso das Eficiências Exergéticas 7.7. Termoeconomia 7.7.1. Custo 7.7.2. Utilização de Exergia em Projetos 7.7.3. Custo da Exergia em um Sistema de Cogeração 8. Sistemas de Potência a Vapor 8.1. Introdução às Usinas de Potência a Vapor 8.2. O Ciclo de Rankine 8.2.1. Modelagem do Ciclo de Rankine 8.2.2. Ciclo Ideal de Rankine 8.2.3. Efeitos das Pressões da Caldeira e do Condensador no Ciclo de Rankine 8.2.4. Principais Perdas e Irreversibilidades 8.3. Melhoria do Desempenho – Superaquecimento, Reaquecimento e Ciclo Supercrítico 8.4. Melhoria do Desempenho — Ciclo de Potência a Vapor Regenerativo 8.4.1. Aquecedores de Água de Alimentação Abertos 8.4.2. Aquecedores de Água de Alimentação Fechados 8.4.3. Aquecedores de Água de Alimentação Múltiplos 8.5. Outros Aspectos do Ciclo de Potência a Vapor 8.5.1. Fluido de Trabalho 8.5.2. Cogeração 8.5.3. Captura e Armazenamento de Carbono 8.6. Estudo de Caso: Considerações sobre a Exergia de uma Planta de Potência a Vapor 9. Sistemas de Potência a Gás 9.1. Apresentação da Terminologia do Motor 9.2. Ciclo de Ar-Padrão Otto 9.3. Ciclo de Ar-Padrão Diesel 9.4. Ciclo de Ar-Padrão Dual 9.5. Modelando Instalações de Potência com Turbinas a Gás 9.6. Ciclo de Ar-Padrão Brayton 9.6.1. Calculando as Transferências de Calor e Trabalho Principais 9.6.2. Ciclo de Ar-Padrão Ideal Brayton 9.6.3. Considerando Irreversibilidades e Perdas nas Turbinas a Gás 9.7. Turbinas a Gás Regenerativas 9.8. Turbinas a Gás Regenerativas com Reaquecimento e Interresfriamento 9.8.1. Turbinas a Gás com Reaquecimento 9.8.2. Compressão com Inter-resfriamento 9.8.3. Reaquecimento e Inter-resfriamento 9.8.4. Ciclos Ericsson e Stirling 9.9. Ciclos Combinados Baseados em Turbinas a Gás 9.9.1. Ciclo de Potência Combinado de Turbina a Gás e a Vapor 9.9.2. Cogeração 9.10. Instalações de Potência com Gaseificação Integrada ao Ciclo Combinado 9.11. Turbinas a Gás para Propulsão de Aeronaves 9.12. Conceitos Preliminares do Escoamento Compressível 9.12.1. Equação da Quantidade de Movimento para Escoamento Permanente Unidimensional 9.12.2. Velocidade do Som e Número de Mach 9.12.3. Determinação de Propriedades no Estado de Estagnação 9.13. Análise do Escoamento Unidimensional Permanente em Bocais e Difusores 9.13.1. Efeitos da Variação de Área em Escoamentos Subsônicos e Supersônicos 9.13.2. Efeitos da Pressão a Jusante sobre a Vazão Mássica 9.13.3. Escoamento Através de um Choque Normal 9.14. Escoamento de Gases Ideais com Calores Específicos Constantes em Bocais e Difusores 9.14.1. Funções de Escoamento Isentrópico 9.14.2. Funções de Choque Normal 10. Sistemas de Refrigeração e de Bombas de Calor 10.1. Sistemas de Refrigeração a Vapor 10.1.1. Ciclo de Refrigeração de Carnot 10.1.2. Desvios do Ciclo de Carnot 10.2. Análise dos Sistemas de Refrigeração por Compressão de Vapor 10.2.1. Avaliação do Trabalho e das Transferências de Calor Principais 10.2.2. Desempenho de Sistemas de Compressão de Vapor Ideais 10.2.3. Desempenho dos Sistemas Reais de Compressão de Vapor 10.2.4. O Diagrama p–h 10.3. Selecionando Refrigerantes 10.4. Outras Aplicações dos Sistemas de Compressão de Vapor 10.4.1. Armazenamento de Frio 10.4.2. Ciclos em Cascata 10.4.3. Compressão Multiestágio com Inter-Resfriamento 10.5. Refrigeração por Absorção 10.6. Sistemas de Bombas de Calor 10.6.1. Ciclo de Bomba de Calor de Carnot 10.6.2. Bombas de Calor por Compressão de Vapor 10.7. Sistemas de Refrigeração a Gás 10.7.1. Ciclo de Refrigeração Brayton 10.7.2. Outras Aplicações de Refrigeração a Gás 10.7.3. Ar-Condicionado Automotivo Usando Dióxido de Carbono 11. Relações Termodinâmicas 11.1. Utilização das Equações de Estado 11.1.1. Conceitos Introdutórios e Definições 11.1.2. Equações de Estado com Duas Constantes 11.1.3. Equações de Estado com Múltiplas Constantes 11.2. Relações Matemáticas Importantes 11.3. Desenvolvimento de Relações entre Propriedades 11.3.1. Diferenciais Exatas Principais 11.3.2. Relações entre Propriedades a partir de Diferenciais Exatas 11.3.3. Funções Termodinâmicas Fundamentais 11.4. Cálculo das Variações de Entropia, Energia Interna e Entalpia 11.4.1. Considerações sobre a Mudança de Fase 11.4.2. Considerações sobre Regiões Monofásicas 11.5. Outras Relações Termodinâmicas 11.5.1. Expansividade Volumétrica e Compressibilidades Isotérmica e Isentrópica 11.5.2. Relações que Envolvem Calores Específicos 11.5.3. O Coeficiente de Joule-Thomson 11.6. Construção das Tabelas de Propriedades Termodinâmicas 11.6.1. Desenvolvimento de Tabelas por Integração Utilizando Dados da Relação p–υ–T e do Calor Específico 11.6.2. Desenvolvimento de Tabelas Através da Diferenciação de uma Função Termodinâmica Fundamental 11.7. Diagramas Generalizados de Entalpia e Entropia 11.8. Relações p–v–T para Misturas de Gases 11.9. Análise dos Sistemas Multicomponentes 11.9.1. Propriedades Molares Parciais 11.9.2. Potencial Químico 11.9.3. Funções Termodinâmicas Fundamentais para Sistemas Multicomponentes 11.9.4. Fugacidade 11.9.5. Solução Ideal 11.9.6. Potencial Químico para Soluções Ideais 12. Misturas de Gases Ideais e Aplicações à Psicrometria 12.1. Descrição da Composição da Mistura 12.2. Relacionando p, V e T para Misturas de Gases Ideais 12.3. Estimativa de U, H, S e Calores Específicos 12.3.1. Estimativa de U e H 12.3.2. Estimativa de cv e cp 12.3.3. Estimativa de S 12.3.4. Trabalhando em uma Base Mássica 12.4. Análise de Sistemas que Envolvem Misturas 12.4.1. Processos com Misturas à Composição Constante 12.4.2. Misturando Gases Ideais 12.5. Apresentação dos Princípios da Psicrometria 12.5.1. Ar úmido 12.5.2. Razão de Mistura, Umidade Relativa, Entalpia de Mistura e Entropia de Mistura 12.5.3. Modelando o Ar Úmido em Equilíbrio com a Água Líquida 12.5.4. Estimativa da Temperatura de Ponto de Orvalho 12.5.5. Estimativa da Razão de Mistura por Meio da Temperatura de Saturação Adiabática 12.6. Psicrômetros: Medição das Temperaturas de Bulbo Úmido e de Bulbo Seco 12.7. Cartas Psicrométricas 12.8. Análise de Processos de Condicionamento de Ar 12.8.1. Aplicando Balanços de Massa e de Energia aos Sistemas de Condicionamento de Ar 12.8.2. Condicionamento de Ar Úmido a Composição Constante 12.8.3. Desumidificação 12.8.4. Umidificação 12.8.5. Resfriamento Evaporativo 12.8.6. Mistura Adiabática de Dois Fluxos de Ar Úmido 12.9. Torres de Resfriamento 13. Misturas Reagentes e Combustão 13.1. Introdução à Combustão 13.1.1. Combustíveis 13.1.2. Modelagem de Ar de Combustão 13.1.3. Determinação dos Produtos de Combustão 13.1.4. Balanços de Energia e de Entropia para Sistemas Reagentes 13.2. Conservação de Energia — Sistemas Reagentes 13.2.1. Avaliação da Entalpia de Sistemas Reagentes 13.2.2. Balanços de Energia para Sistemas Reagentes 13.2.3. Entalpia de Combustão e Poderes Caloríficos 13.3. Determinação da Temperatura Adiabática de Chama 13.3.1. Utilização de Dados Tabelados 13.3.2. Utilização de Programa de Computador 13.3.3. Comentários Finais 13.4. Células a Combustível 13.4.1. Célula a Combustível de Membrana de Troca de Prótons 13.4.2. Célula a Combustível de Membrana de Óxido Sólido 13.5. Entropia Absoluta e a Terceira Lei da Termodinâmica 13.5.1. Avaliação da Entropia para Sistemas Reagentes 13.5.2. Balanços de Entropia para Sistemas Reagentes 13.5.3. Avaliação da Função de Gibbs para Sistemas Reagentes 13.6. Conceituando a Exergia Química 13.6.1. Equações de Trabalho para Exergia Química 13.6.2. Estimando a Exergia Química em Outros Casos 13.6.3. Comentários Finais 13.7. Exergia Química-Padrão 13.7.1. Exergia Química-Padrão de um Hidrocarboneto: CaHb 13.7.2. Exergia Química-Padrão de Outras Substâncias 13.8. Aplicando a Exergia Total 13.8.1. Calculando a Exergia Total 13.8.2. Calculando Eficiências Exergéticas de Sistemas Reagentes 14. Equilíbrio de Fases e Químico 14.1. Introduzindo Critérios de Equilíbrio 14.1.1. Potencial Químico e Equilíbrio 14.1.2. Estimando Potenciais Químicos 14.2. Equação de Reação de Equilíbrio 14.2.1. Caso Introdutório 14.2.2. Caso Geral 14.3. Cálculo de Composições de Equilíbrio 14.3.1. Constante de Equilíbrio para Misturas de Gases Ideais 14.3.2. Exemplos do Cálculo de Composições de Equilíbrio de Misturas Reagentes de Gases Ideais 14.3.3. Constante de Equilíbrio para Misturas e Soluções Sem nome 14.4. Mais Exemplos da Utilização da Constante de Equilíbrio 14.4.1. Determinação da Temperatura de Equilíbrio de Chama 14.4.2. Equação de Van’t Hoff 14.4.3. Ionização 14.4.4. Reações Simultâneas 14.5. Equilíbrio entre Duas Fases de uma Substância Pura 14.6. Equilíbrio de Sistemas Multicomponentes e Multifásicos 14.6.1. Potencial Químico e Equilíbrio de Fases 14.6.2. A Regra das Fases de Gibbs Tabelas, Figuras e Gráficos Índice de Tabelas em Unidades SI Índice de Tabelas em Unidades Inglesas Índice de Figuras e Diagramas
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