PORTUGUESE

A Lógica do Cisne Negro

Book information

ISBN
9788576849629
Language
portuguese
Format
PDF
Filesize
3 MB (2938522 bytes)
Pages
494\494
Time added
2023-02-03 16:31:28

Description

Neste livro fascinante, Taleb mostra que, ao contrário do que defende a maioria dos economistas, estamos constantemente à mercê do inesperado. A estes acontecimentos imprevisíveis o autor dá o nome de Cisne Negro (animal que se considerava inexistente até ser visto, pela primeira vez, inesperadamente, na Austrália, no século XVII). Um Cisne Negro é um evento com três características altamente improváveis: é imprevisível, ocasiona resultados impactantes e, após sua ocorrência, inventamos um meio de torná-lo menos aleatório e mais explicável. O sucesso surpreendente do Google foi um cisne negro, assim como o 11 de Setembro. Para Nassim Nicholas Taleb, os cisnes negros são a base de quase tudo o que acontece no mundo, da ascensão das religiões à nossa vida pessoal. Por que não reconhecemos o fenômeno antes que ele ocorra? Parte da resposta, segundo o autor, deve-se ao fato de, em geral, os seres humanos se limitarem a aprender conteúdos específicos em vez de adquirir sabedoria em diversas áreas do conhecimento. Concentramo-nos no que já sabemos e evitamos cada vez mais o desconhecido. Somos, portanto, incapazes de enxergar as oportunidades e nos tornamos vulneráveis ao impulso de sempre simplificar, categorizar e não valorizar quem imagina o impossível. Enquanto isso, grandes eventos surpreendem a todos e transformam a sociedade. Nesta obra, Taleb oferece ferramentas que nos permitem lidar com os cisnes negros e tirar proveito deles. Com análises que transitam em áreas aparentemente distintas - teoria das probabilidades, negócios, ciências cognitivas etc. -, A lógica do Cisne Negro mudará sua visão de mundo. OdinRights Rosto Créditos Dedicatória Sumário Prólogo Sobre a plumagem dos pássaros O que você não sabe Experts e “ternos vazios” Aprendendo a aprender Um novo tipo de ingratidão A vida é muito estranha Platão e o nerd Chato demais para se escrever a respeito O principal Mapa de capítulos PARTE I: A ANTIBIBLIOTECA DE UMBERTO ECO, OU COMO PROCURAMOS VALIDAÇÕES Capítulo 1: O aprendizado de um cético empírico Anatomia de um Cisne Negro Sobre fazer o esperado “Paraíso” evaporado A noite estrelada História e o terceto da opacidade Ninguém sabe o que está acontecendo A História não se arrasta, dá saltos Querido diário: A História anda para trás Educação em um táxi Aglomerados Onde é o show? 4kg depois O palavrão da independência Filósofo de limusine Capítulo 2: O Cisne Negro de Yevgenia Capítulo 3: O especulador e a prostituta O melhor (pior) conselho Cuidado com o escalável O advento da escalabilidade Escalabilidade e globalização Viagens no Mediocristão O estranho país do Extremistão O Extremistão e o conhecimento Intenso e moderado A tirania do acidente Capítulo 4: Mil e um dias, ou como não ser um trouxa Como aprender com o peru Treinado para ser chato O Cisne Negro está relacionado ao conhecimento Uma breve história do problema do Cisne Negro Sextus, o (infelizmente) empírico Algazel O cético, amigo da religião Não quero ser um peru Eles querem viver no Mediocristão Capítulo 5: Confirmação coisa nenhuma! Nem todos os boogles são zoogles Provas Empirismo negativo Contando até três Vi outro Mini vermelho! Nem tudo De volta ao Mediocristão Capítulo 6: A falácia narrativa Sobre as causas da minha rejeição a causas Dividindo cérebros ao meio Um pouco mais de dopamina A regra de Andrey Nikolayevich Um modo melhor de morrer Recordações de coisas não exatamente passadas A narrativa do louco Narrativa e terapia Estar errado com precisão infinita Ciência imparcial O sensacional e o Cisne Negro Cegueira ao Cisne Negro A atração do sensacional Os atalhos Cuidado com o cérebro Como evitar a falácia narrativa Capítulo 7: Vivendo na antecâmara da esperança Crueldade dos iguais Onde o relevante é o sensacional Não linearidades Preferindo o processo aos resultados Natureza humana, felicidade e recompensas irregulares A antecâmara da esperança Inebriado pela esperança A doce armadilha da expectativa Quando você precisa da fortaleza Bastiani El Desierto de Los Tártaros Sangrar ou explodir Capítulo 8: A sorte infalível de Giacomo Casanova: O problema da evidência silenciosa A história dos adoradores afogados O cemitério de letras Como ficar milionário em dez passos Uma academia de ginástica para ratos Viés perverso Outras aplicações ocultas A evolução do corpo de nadador O que você vê e o que você não vê Médicos A proteção de teflon de Giacomo Casanova “Sou uma pessoa que corre riscos” Sou um Cisne Negro: O viés antrópico O “porquê” superficial Capítulo 9: A falácia lúdica ou a incerteza do nerd Tony Gorducho John de fora do Brooklyn Almoço no lago Como A incerteza do nerd Apostando com os dados errados Encerrando a Parte Um O superficial vem à tona Distância dos primatas PARTE II: NÓS SIMPLESMENTE NÃO PODEMOS PREVER De Yogi Berra a Henri Poincaré Capítulo 10: O escândalo da predição Sobre a imprecisão da contagem de amantes de Catarina Cegueira ao Cisne Negro revisitada Adivinhando e prevendo Informação é ruim para o conhecimento O problema do especialista ou a tragédia do terno vazio O que se move e o que não se move Como rir por último Eventos são estranhos Arrebanhando-se como gado Eu estava “quase” certo Realidade? Para quê? “Fora isso”, estava certo A beleza da tecnologia: Planilhas do Excel O caráter dos erros de previsão Não atravesse um rio se ele tiver (em média) um metro e vinte de profundidade Arrume outro emprego No JFK Capítulo 11: Como procurar titica de passarinho Como procurar titica de passarinho Descobertas inadvertidas Uma solução à espera de um problema Continue procurando Como prever suas previsões! A enésima bola de bilhar Decoro ao estilo da Terceira República O problema dos três corpos Eles ainda ignoram Hayek Como não ser um nerd Libertarismo acadêmico Predição e livre-arbítrio O verde-azul da esmeralda A grande máquina de expectativa Capítulo 12: Epistemocracia, um sonho Monsieur de Montaigne, epistemocrata Epistemocracia O passado do passado e o futuro do passado Predição, erros de predição e felicidade Helenos e as profecias reversas O derretimento do cubo de gelo Mais uma vez, informação incompleta O que eles chamam de conhecimento Capítulo 13: Apelles, o pintor, ou o que você faz se não souber prever? Conselhos são baratos, muito baratos Seja tolo nos lugares certos Esteja preparado A ideia do acidente positivo Volatilidade e risco de Cisne Negro A estratégia barbell “Ninguém sabe nada” A grande assimetria PARTE III: OS CISNES CINZENTOS DO EXTREMISTÃO Capítulo 14: Do Mediocristão ao Extremistão, e de volta ao Mediocristão O mundo é injusto O efeito Mateus Língua franca Ideias e contágios Ninguém está seguro no Extremistão Um francês do Brooklyn A cauda longa Globalização ingênua Reversões para longe do Extremistão Capítulo 15: A curva na forma de sino, a grande fraude intelectual O Gaussiano e o Mandelbrotiano O aumento da diminuição O mandelbrotiano O que deve ser lembrado Desigualdade Extremistão e a regra 80/20 Grama e árvores Como beber café pode ser seguro Amor por certezas Como provocar catástrofes O monstro médio de Quételet Mediocridade dourada O erro de Deus Poincaré rumo ao salvamento Eliminando influências injustas “Os Gregos a teriam deificado” Apenas “sim/não”, por favor Um experimento mental (literário) sobre a origem da curva na forma de sino Pressuposições confortantes “A ubiquidade da gaussiana” Capítulo 16: A estética da aleatoriedade O poeta da aleatoriedade O platonismo dos triângulos A geometria da natureza Fractalidade Uma abordagem visual do Extremistão/Mediocristão Pérolas aos porcos A lógica da aleatoriedade fractal (com um aviso) O problema do limite superior Cuidado com a precisão Revisitando a poça d’água Da representação à realidade Mais uma vez, cuidado com os previsores Mais uma vez, uma solução feliz Onde está o Cisne Negro? Capítulo 17: Os loucos de Locke, ou curvas na forma de sino nos lugares errados Apenas cinquenta anos A traição do escriturário Qualquer um pode ser presidente Mais horror Confirmação Foi apenas um Cisne Negro Como “provar” coisas Capítulo 18: A incerteza do impostor A falácia lúdica revisitada Encontre o impostor Os filósofos podem ser perigosos para a sociedade? O problema da prática Quantos Wittgensteins podem dançar na cabeça de um alfinete? Onde está Popper quando você precisa dele? O bispo e o analista Mais fácil do que se pensa: O problema da decisão sob o ceticismo PARTE IV: FIM Capítulo 19: Meio a meio, ou como ficar quite com o Cisne Negro Quando perder um trem não dói Fim Epílogo: Os Cisnes Brancos de Yevgenia Agradecimentos Glossário Notas Bibliografia Índice remissivo Sobre o autor Colofão Saiba mais

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