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A Evolução Política de Lukács: 1909-1929

Book information

Publisher
Cortez
Year
1998
Language
portuguese
Format
PDF
Filesize
31 MB (32458084 bytes)
Pages
327\327
Time added
2018-10-30 00:10:20

Description

Esta obra analisa a evolução política de Lukács até 1929, no quadro de uma sociologia dos intelectuais anticapitalistas românticos na Alemanha e Hungria do começo do século. As relações entre Lukács e Max Weber, Ernst Bloch e Karl Mannheim são examinadas sob um novo ângulo, utilizando uma série de documentos do Arquivo Lukács de Budapeste. O autor propõe também uma nova resposta à questão controvertida do paralelo entre Lukács e o célebre personagem de "A montanha mágica" de Thomas Mann, o jesuíta comunista "Leon Naphta". Agradecimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 Prefácio à nova edição brasileira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 1. Por uma sociologia da intelligentsia anticapitalista . . . . . . . . 25 1. Os intelectuais como categoria social . . . . . . . . . . . . . . . 25 II. Notas sociológicas sobre a radicalização anticapitalista dos intelectuais: o papel das mediações ético-culturais . . . 27 III. O anticapitalismo dos intelectuais na Alemanha . . . . . . 33 IV. A intelligentsia revolucionária na Hungria . . . . . . . . . . . 84 2. Como um intelectual se toma revolucionário: Lukács ( 1 909-1919) ......................................... 1 1 3 1. O anticapitalismo de Lukács e sua visão trágica de mundo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1 3 II. A passagem para o comunismo 1 57 3. Lukács Esquerdista (1919-1921) ....................... 1 77 1. O esquerdismo ético: 1919 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 80 II. O esquerdismo político: 1 920 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 88 III. O bolchevismo de esquerda: 1 921 . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 94 IV. A problemática do reino da liberdade . . . . . . . . . . . . . . . 1 99 4. "História e consciência de classe" (1923) 203 5. Lukács e o Stalinismo ( 1 926-1 929) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 1 6. Conclusão: Algumas hipóteses sobre a radicalização dos intelectuais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 259 Bibliografia 285 Documentos 293 Entrevista com Ernst Bloch . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 295 "Idealismo conservador e idealismo progressista" . . . . . . . . . . . 307 "O Bolchevismo como problema moral" ................. . 314 "Prefácio à greve de massas de Rosa Luxemburg" . . . . . . . . . 319

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