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A POLÍTICA DO REBELDE - Tratado de resistência e insubmissão

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SUMÁRIO INTRODUÇÃO FISIOLOGIA DO CORPO POLÍTICO........................................... 13 PRIMEIRA PARTE: DO REAL Em defesa da espécie humana • 29 1. DA GÊNESE PARA PREENCHER DE MEMÓRIA O BURACO NEGRO 31 O suicídio de um justo. Buraco negro e memória. Além de Adorno. Conservar e ultrapassar o nazismo. Contrateologia negativa e teodicéia de um Deus ruim. Pensar a política em outra parte. Descristianizar. Odisséia da consciência rebel- de. Essência da espécie humana e artifício ideológico. O corpo como verdade. Fisiologia e ontologia: genealogia do indivíduo. Sinal de irredutibilidade meta- física. Morte do homem, nascimento do indivíduo. O sujeito, exacerbado nos campos de concentração. Contra a pessoa, ficção de representação. Além do juridismo, do humanismo e do personalismo: o individualismo. Do solipsismo. A veia do corpo. Da metafísica à política Dissemelhança e circulações libertá- rias. Campo e mundo do trabalho. Ontologia do pobre, do proletário, do depor- tado. Ética da desobrigação. Por um hedonismo vitalista. Nominalismo jurídico. Um novo direito natural. Viver e sobreviver universalizados. Capitalismo, cor- pos esquecidos, almas negligenciadas. Falências escolares, culturais, midiáticas. De novas Luzes. Incomodar a tolice. Fascismo francês. 2. DA INDIGÊNCIA CARTOGRAFIA INFERNAL DA MISÉRIA 60 Do Leviatã. Misérias limpas e sujas. Uma política hedonista. A miséria encarna-A POLÍTICA 8 DO REBELDE da. Primeiro círculo: os malditos. Dejetos do corpo social. Corpo nômade. Claudicação do pé esquerdo. Inversão do trajeto de hominização. Privação da vida privada. Condições pré-históricas. A colheita transfigurada. Novas caças. Espaço esquadrinhado. Crise estrutural e não conjuntural. Condenações vividas. Segundo círculo: os reprovados. Sintomas e patologia do corpo social. Regaço e fossa. Corpo improdutivo. A razão inadequada. Saúde abatida. Corpo individual e modelo do corpo social. O idoso, o louco, o doente, o delinqüente. Forças improdutivas. Subúrbios, imigração. Auxílio para retomo ao mercado de traba- lho. Empobrecimento. Maldições do trabalho. Repartir de outra maneira. Terceiro círculo: os explorados. Retórica dos direitos e dos deveres. Dominação, servidão. Forças laboriosas sedentárias. A ciência dos escravos. Escolares, pros- titutas e proletários. No umbigo dos limbos. A escravidão contemporânea. SEGUNDA PARTE: DO IDEAL o gênio colérico da revolução • 89 1. DA ECONOMIA o REENCANTAMENTO DO MUNDO. 91 Niilistas e utopistas. Pensar à esquerda. Contra o coletivismo. A barreira guarne- cida de obstáculos. Modos de produção alternativos. Uma revolução copemica- na: a economia a serviço dos homens. Contra a religião da economia. A síndro- me de Hecaton, Primazia da mercadoria sobre o homem. Economia isolada e alquimia canibal. Gastos suntuosos. Lógica dos capitais flutuantes. Religião do capital. Miséria dos homens, santidade do dinheiro. A revolução cibernética. Prostituição e capital. Luta das consciências opostas de si. Diferenças e desigual- dades. A arte de dispensar os lugares. O desejo mimético. Do escravo. Metafísica do capitalismo. Ciência do lúgubre e metafísica da necessidade. Advento do eco- nomismo e esterilização do catolicismo. Os usos do cartesianismo. Dos fisiocra- tas. Mão invisível e harmonia preestabelecida. O teísmo econômico. Os usos do darwinismo. Patrologia e escolástica do economismo. Europa liberal e teoria da necessidade. Um voluntarismo libertário. Economia generalizada e nietzschismo. Do sistema das antinomias políticas. Valor, maquinismo, divisão do trabalho, concorrência, impostos, crédito, propriedade imobiliária. Metamorfoses do traba- lho e economia da libido. A economia submetida ao político. Dionisismo políti- co contra ideal ascético economista. Política dos corpos liberados. 2. DOS PRINCÍPIOS POR UMA MÍSTICA DE ESQUERDA 120 9 Mística imanente. Ateísmo político e economia. Busca de uma energia. Elogio da divisão direita-esquerda. A cólera irrefragável e o ideal hedonista. Etimologia e semântica. Vontade libertâria do espírito das trevas, porém livre. Pela utopia real, em potência. Ética de convicção. Descristianizar, atacar o ideal ascético, laicizar. Genealogia da esquerda. Teoria laica do poder e teoria do poder laico. Princípio do prazer e vontade contra princípio de realidade e necessidade. A lai- cidade integral: celebrar o diverso. O princípio do mosaico. A igualdade contra a uniformidade. Advento da democracia e do cidadão. O princípio da unidimen- sionalidade. O anjo da revolução. A primeira bandeira negra. A fraternidade. Advento do socialismo e do trabalhador. A força, a ação, a técnica. O socialis- mo francês. A propriedade. Esquerda e capitalismo. O gênio colérico da revolu- ção. A liberdade. Advento do indivíduo. Princípio de Antígona. Maio de 68, genealogia do indivíduo teórico. O tributo situacionista. Desejo libertârio e eco- nomia da libido. Fim dos argumentos de autoridade. A atração apaixonada. Capitalismo, liberalismo, consumismo. Consumar Maio de 68. Elogio do Pensamento de 68. Do nietzschismo de esquerda. TERCEIRA PARTE: DOS MEIOS o devir revolucionário dos indivíduos • 149 1. DO INDIVÍDUO ALÉM DO ROSTO DE AREIA................................................... 151 O triângulo negro do nietzschismo de esquerda francês. Nascimento e morte do homem. Maio de 68, novas referências. Formas e promessas do movimento. Os antigos e os modernos. Política dionisíaca e administração apolínea. Fim do humanismo clássico. Direitos do homem e legitimação de fato. Humanismo e caridade contra justiça e eqüidade. Do lado do sobre-humano. Após Deus e o homem: o indivíduo soberano. Uma filosofia do corpo irnanente. A raiz da sujei- ção. A figura do homem: alma, consciência e liberdade. O humanismo contra os homens. Novas intersubjetividades libertârias contra Família e Trabalho . . Ludismo e corpo novo. Sexualidade nômade e lazer generalizado. A droga. Fazer gozar. O sobre-humanismo libertário. Além do anarquismo antigo, a linhagem artista. Uma nova filosofia libertâria. O bode expiatório estático e o poder polimorfo. Nem monoteísta, nem localizável, nem fixo, nem ideal, nem essencial. A eletrificação intersubjetiva. Microfísica do poder. Dobra de Deus, desdobramento do homem, sobrepeliz do indivíduo. Do local ao global. Metamorfoses do capitalismo. O modelo do homem calculável. Cumplicidade do humanismo e dos direitos do homem. Filosofia oficial e filosofia radical. Do homem ao indivíduo desobrigado. Teoria do indivíduo soberano. Gozo mútuo. Sociedade de controle e microfascismos. Novos regimes de dominação.\O A POLÍTICA DO REBELDE 2. DO PODER DA ESCULTURA POLÍTICA DE SI.. 179 A lição de Maio. Impasses e sucessos. Tom libertário e poder generalizado. Lógica agônica. Poder de Estado, estado do poder. O exercício libertário con- temporâneo. Além da fetichização do Estado, a resistência libertária. Contra o poder de sujeição. A casta dos govemantes. Revolução molecular e devir revo- lucionário dos indivíduos. Contra o milenarismo, o instantaneísmo. A oligarquia dos eleitos e o ódio dos celibatários. Retrato do libertário. As funções contra os indivíduos. Maldição dos submissos perpétuos. O ressentimento. Prazer de exer- cer e submeter. O medo da liberdade. Liberdade desejável, liberdade indesejá- vel. Liberdade liberal, liberdade libertária. Desejo mimético, gregarismo. Alienação, morte do indivíduo, nascimento do sujeito. Da resistência e da insub- missão. Do Condottiere, mais uma vez. Da energia ao celibato. Cinismo e dan- dismo, libertinagem e romantismo. Estratégia, tática e mecânica. Diplomata e exote. O temperamento resistente. Insolência e desenvoltura, saber contra poder, ironia contra seriedade. Paixão cínica e poder dos príncipes. Vontade aristocrá- tica e dandismo revolucionário. A preocupação do sublime. Contra o populismo. Multidões nacionais e planetárias. Dandismo contra poder das massas. A eufo- ria constante. Libertino e política do corpo. Contrato hedonista e vontade de pra- zer. Procissão, capilaridade e ação do poder. Anticlericalismo ateu e sabedoria trágica. O envolvimento romântico e a impossível tarefa. Solar, solitário e rebel- de. Sublime e reencantamento do mundo. QUARTA PARTE: DAS FORÇAS Celebração do gás lacrimogêneo • 207 1. DA ARTE POR UMA ESTÉTICA GENERALIZADA 209 Potência da arte. A estética que quer a vida. A arte, antídoto do poder. Contra a metáfora da política estética. O Estado como obra de arte? Artesãos de política e artistas. O modelo religioso da Igreja. Estetização da política e politização da arte. A hipótese do nacional-estetismo e seu suporte: o mito. Mito e razão. Um outro uso da razão. Da necessidade do mito em política. A greve geral. Nazismo e politização da arte. Modelo biológico contra modelo estético. A metáfora cine- matográfica virtual. Por uma estética generalizada. Uma arte sem museu. Genealogia desta energia. O arquipélago dos galhofeiros. Ludismo e modemi- dade. Além do mercado e da recuperação da arte. Por uma arte de resistência.SUMÁRIO 11 Crítica da exposição e do museu. O vitalismo dispendioso. Contra o elitismo e o populismo, um gramscismo cultural. Esquecimento, superação e ódio da cultu- ra. Cultura e potência de fogo libertário. Opção crítica e desmontagem do siste- ma. Opção pragmática e formulação de uma alternativa. A existência de uma cultura crítica. O poder do saber. Fascismo ordinário e guerra cultural. Violência liberal e força libertária. Mito, práxis e ação. Microfascismo e romantismo revo- lucionário. Sindicalismo revolucionário e cultura do eu. O uso das mídias. Do sublime na política. 2. DA AÇÃO 236 UMA DINÂMICA DAS FORÇAS SUBLIMES Teoria das barricadas. Luta das classes e entrecruzamento dos círculos sociais. Servidão e dominação. O dualismo político. Dinâmica, força, inércia e irradia- ção. A dissociação de idéias: liberdade e lei, autonomia e direito, soberania individual e contrato social, particular e universal. Diluição dos conflitos. Razão de Estado. Mitridatização do pensamento crítico. Leitura de Sorel. Desconstruir Marx à esquerda. O mal-entendido da violência. Força contra violência. As formas da violência: insubmissão, rebelião, resistência, insurrei- ção. As duas vertentes da barricada. Pessimismo histórico e sociedade aberta. Contra o marxismo e o reformismo. Mística da ação e carreirismo político. Grande e pequena política. O teatro parlamentar. A perversão eleitoreira. Virtudes domésticas do eleito. Impossibilidade de reformar o sistema parla- mentar. Grande política, mito do sublime e heroísmo. Crítica do sangue: nem Terror, nem propaganda realmente, nem retomada individual. Do sindicalismo revolucionário. Elogio da coordenação. O poder sindical. O individualismo altruísta. A ação coletiva. Desobediência civil e revolução passiva. A resolu- ção de não mais servir. Impotência e limites da força de inércia. Objeção de consciência e não-violência. Associação das forças. Da greve à destruição do aparelho de produção. Obstrucionismo, go canny e sabotagem: agir sobre o tempo de trabalho. Etiqueta, boicote, associação de consumidores, imobiliza- ção dos instrumentos: agir sobre a quantidade de trabalho. Satumais políticas e fogos enfurecidos. CONCLUSÃO Quarenta e três camélias para Blanqui • 263 ANEXO À guisa de convite para prosseguir • 277 SUMÁRIO INTRODUÇÃO FISIOLOGIA DO CORPO POLÍTICO........................................... 13 PRIMEIRA PARTE: DO REAL Em defesa da espécie humana • 29 1. DA GÊNESE PARA PREENCHER DE MEMÓRIA O BURACO NEGRO 31 O suicídio de um justo. Buraco negro e memória. Além de Adorno. Conservar e ultrapassar o nazismo. Contrateologia negativa e teodicéia de um Deus ruim. Pensar a política em outra parte. Descristianizar. Odisséia da consciência rebel- de. Essência da espécie humana e artifício ideológico. O corpo como verdade. Fisiologia e ontologia: genealogia do indivíduo. Sinal de irredutibilidade meta- física. Morte do homem, nascimento do indivíduo. O sujeito, exacerbado nos campos de concentração. Contra a pessoa, ficção de representação. Além do juridismo, do humanismo e do personalismo: o individualismo. Do solipsismo. A veia do corpo. Da metafísica à política Dissemelhança e circulações libertá- rias. Campo e mundo do trabalho. Ontologia do pobre, do proletário, do depor- tado. Ética da desobrigação. Por um hedonismo vitalista. Nominalismo jurídico. Um novo direito natural. Viver e sobreviver universalizados. Capitalismo, cor- pos esquecidos, almas negligenciadas. Falências escolares, culturais, midiáticas. De novas Luzes. Incomodar a tolice. Fascismo francês. 2. DA INDIGÊNCIA CARTOGRAFIA INFERNAL DA MISÉRIA 60 Do Leviatã. Misérias limpas e sujas. Uma política hedonista. A miséria encarna-A POLÍTICA 8 DO REBELDE da. Primeiro círculo: os malditos. Dejetos do corpo social. Corpo nômade. Claudicação do pé esquerdo. Inversão do trajeto de hominização. Privação da vida privada. Condições pré-históricas. A colheita transfigurada. Novas caças. Espaço esquadrinhado. Crise estrutural e não conjuntural. Condenações vividas. Segundo círculo: os reprovados. Sintomas e patologia do corpo social. Regaço e fossa. Corpo improdutivo. A razão inadequada. Saúde abatida. Corpo individual e modelo do corpo social. O idoso, o louco, o doente, o delinqüente. Forças improdutivas. Subúrbios, imigração. Auxílio para retomo ao mercado de traba- lho. Empobrecimento. Maldições do trabalho. Repartir de outra maneira. Terceiro círculo: os explorados. Retórica dos direitos e dos deveres. Dominação, servidão. Forças laboriosas sedentárias. A ciência dos escravos. Escolares, pros- titutas e proletários. No umbigo dos limbos. A escravidão contemporânea. SEGUNDA PARTE: DO IDEAL o gênio colérico da revolução • 89 1. DA ECONOMIA o REENCANTAMENTO DO MUNDO. 91 Niilistas e utopistas. Pensar à esquerda. Contra o coletivismo. A barreira guarne- cida de obstáculos. Modos de produção alternativos. Uma revolução copemica- na: a economia a serviço dos homens. Contra a religião da economia. A síndro- me de Hecaton, Primazia da mercadoria sobre o homem. Economia isolada e alquimia canibal. Gastos suntuosos. Lógica dos capitais flutuantes. Religião do capital. Miséria dos homens, santidade do dinheiro. A revolução cibernética. Prostituição e capital. Luta das consciências opostas de si. Diferenças e desigual- dades. A arte de dispensar os lugares. O desejo mimético. Do escravo. Metafísica do capitalismo. Ciência do lúgubre e metafísica da necessidade. Advento do eco- nomismo e esterilização do catolicismo. Os usos do cartesianismo. Dos fisiocra- tas. Mão invisível e harmonia preestabelecida. O teísmo econômico. Os usos do darwinismo. Patrologia e escolástica do economismo. Europa liberal e teoria da necessidade. Um voluntarismo libertário. Economia generalizada e nietzschismo. Do sistema das antinomias políticas. Valor, maquinismo, divisão do trabalho, concorrência, impostos, crédito, propriedade imobiliária. Metamorfoses do traba- lho e economia da libido. A economia submetida ao político. Dionisismo políti- co contra ideal ascético economista. Política dos corpos liberados. 2. DOS PRINCÍPIOS POR UMA MÍSTICA DE ESQUERDA 120 9 Mística imanente. Ateísmo político e economia. Busca de uma energia. Elogio da divisão direita-esquerda. A cólera irrefragável e o ideal hedonista. Etimologia e semântica. Vontade libertâria do espírito das trevas, porém livre. Pela utopia real, em potência. Ética de convicção. Descristianizar, atacar o ideal ascético, laicizar. Genealogia da esquerda. Teoria laica do poder e teoria do poder laico. Princípio do prazer e vontade contra princípio de realidade e necessidade. A lai- cidade integral: celebrar o diverso. O princípio do mosaico. A igualdade contra a uniformidade. Advento da democracia e do cidadão. O princípio da unidimen- sionalidade. O anjo da revolução. A primeira bandeira negra. A fraternidade. Advento do socialismo e do trabalhador. A força, a ação, a técnica. O socialis- mo francês. A propriedade. Esquerda e capitalismo. O gênio colérico da revolu- ção. A liberdade. Advento do indivíduo. Princípio de Antígona. Maio de 68, genealogia do indivíduo teórico. O tributo situacionista. Desejo libertârio e eco- nomia da libido. Fim dos argumentos de autoridade. A atração apaixonada. Capitalismo, liberalismo, consumismo. Consumar Maio de 68. Elogio do Pensamento de 68. Do nietzschismo de esquerda. TERCEIRA PARTE: DOS MEIOS o devir revolucionário dos indivíduos • 149 1. DO INDIVÍDUO ALÉM DO ROSTO DE AREIA................................................... 151 O triângulo negro do nietzschismo de esquerda francês. Nascimento e morte do homem. Maio de 68, novas referências. Formas e promessas do movimento. Os antigos e os modernos. Política dionisíaca e administração apolínea. Fim do humanismo clássico. Direitos do homem e legitimação de fato. Humanismo e caridade contra justiça e eqüidade. Do lado do sobre-humano. Após Deus e o homem: o indivíduo soberano. Uma filosofia do corpo irnanente. A raiz da sujei- ção. A figura do homem: alma, consciência e liberdade. O humanismo contra os homens. Novas intersubjetividades libertârias contra Família e Trabalho . . Ludismo e corpo novo. Sexualidade nômade e lazer generalizado. A droga. Fazer gozar. O sobre-humanismo libertário. Além do anarquismo antigo, a linhagem artista. Uma nova filosofia libertâria. O bode expiatório estático e o poder polimorfo. Nem monoteísta, nem localizável, nem fixo, nem ideal, nem essencial. A eletrificação intersubjetiva. Microfísica do poder. Dobra de Deus, desdobramento do homem, sobrepeliz do indivíduo. Do local ao global. Metamorfoses do capitalismo. O modelo do homem calculável. Cumplicidade do humanismo e dos direitos do homem. Filosofia oficial e filosofia radical. Do homem ao indivíduo desobrigado. Teoria do indivíduo soberano. Gozo mútuo. Sociedade de controle e microfascismos. Novos regimes de dominação.\O A POLÍTICA DO REBELDE 2. DO PODER DA ESCULTURA POLÍTICA DE SI.. 179 A lição de Maio. Impasses e sucessos. Tom libertário e poder generalizado. Lógica agônica. Poder de Estado, estado do poder. O exercício libertário con- temporâneo. Além da fetichização do Estado, a resistência libertária. Contra o poder de sujeição. A casta dos govemantes. Revolução molecular e devir revo- lucionário dos indivíduos. Contra o milenarismo, o instantaneísmo. A oligarquia dos eleitos e o ódio dos celibatários. Retrato do libertário. As funções contra os indivíduos. Maldição dos submissos perpétuos. O ressentimento. Prazer de exer- cer e submeter. O medo da liberdade. Liberdade desejável, liberdade indesejá- vel. Liberdade liberal, liberdade libertária. Desejo mimético, gregarismo. Alienação, morte do indivíduo, nascimento do sujeito. Da resistência e da insub- missão. Do Condottiere, mais uma vez. Da energia ao celibato. Cinismo e dan- dismo, libertinagem e romantismo. Estratégia, tática e mecânica. Diplomata e exote. O temperamento resistente. Insolência e desenvoltura, saber contra poder, ironia contra seriedade. Paixão cínica e poder dos príncipes. Vontade aristocrá- tica e dandismo revolucionário. A preocupação do sublime. Contra o populismo. Multidões nacionais e planetárias. Dandismo contra poder das massas. A eufo- ria constante. Libertino e política do corpo. Contrato hedonista e vontade de pra- zer. Procissão, capilaridade e ação do poder. Anticlericalismo ateu e sabedoria trágica. O envolvimento romântico e a impossível tarefa. Solar, solitário e rebel- de. Sublime e reencantamento do mundo. QUARTA PARTE: DAS FORÇAS Celebração do gás lacrimogêneo • 207 1. DA ARTE POR UMA ESTÉTICA GENERALIZADA 209 Potência da arte. A estética que quer a vida. A arte, antídoto do poder. Contra a metáfora da política estética. O Estado como obra de arte? Artesãos de política e artistas. O modelo religioso da Igreja. Estetização da política e politização da arte. A hipótese do nacional-estetismo e seu suporte: o mito. Mito e razão. Um outro uso da razão. Da necessidade do mito em política. A greve geral. Nazismo e politização da arte. Modelo biológico contra modelo estético. A metáfora cine- matográfica virtual. Por uma estética generalizada. Uma arte sem museu. Genealogia desta energia. O arquipélago dos galhofeiros. Ludismo e modemi- dade. Além do mercado e da recuperação da arte. Por uma arte de resistência.SUMÁRIO 11 Crítica da exposição e do museu. O vitalismo dispendioso. Contra o elitismo e o populismo, um gramscismo cultural. Esquecimento, superação e ódio da cultu- ra. Cultura e potência de fogo libertário. Opção crítica e desmontagem do siste- ma. Opção pragmática e formulação de uma alternativa. A existência de uma cultura crítica. O poder do saber. Fascismo ordinário e guerra cultural. Violência liberal e força libertária. Mito, práxis e ação. Microfascismo e romantismo revo- lucionário. Sindicalismo revolucionário e cultura do eu. O uso das mídias. Do sublime na política. 2. DA AÇÃO 236 UMA DINÂMICA DAS FORÇAS SUBLIMES Teoria das barricadas. Luta das classes e entrecruzamento dos círculos sociais. Servidão e dominação. O dualismo político. Dinâmica, força, inércia e irradia- ção. A dissociação de idéias: liberdade e lei, autonomia e direito, soberania individual e contrato social, particular e universal. Diluição dos conflitos. Razão de Estado. Mitridatização do pensamento crítico. Leitura de Sorel. Desconstruir Marx à esquerda. O mal-entendido da violência. Força contra violência. As formas da violência: insubmissão, rebelião, resistência, insurrei- ção. As duas vertentes da barricada. Pessimismo histórico e sociedade aberta. Contra o marxismo e o reformismo. Mística da ação e carreirismo político. Grande e pequena política. O teatro parlamentar. A perversão eleitoreira. Virtudes domésticas do eleito. Impossibilidade de reformar o sistema parla- mentar. Grande política, mito do sublime e heroísmo. Crítica do sangue: nem Terror, nem propaganda realmente, nem retomada individual. Do sindicalismo revolucionário. Elogio da coordenação. O poder sindical. O individualismo altruísta. A ação coletiva. Desobediência civil e revolução passiva. A resolu- ção de não mais servir. Impotência e limites da força de inércia. Objeção de consciência e não-violência. Associação das forças. Da greve à destruição do aparelho de produção. Obstrucionismo, go canny e sabotagem: agir sobre o tempo de trabalho. Etiqueta, boicote, associação de consumidores, imobiliza- ção dos instrumentos: agir sobre a quantidade de trabalho. Satumais políticas e fogos enfurecidos. CONCLUSÃO Quarenta e três camélias para Blanqui • 263 ANEXO À guisa de convite para prosseguir • 277

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