Oficina das máscaras: o personagem produtor de sujeitos na obra de Autran Dourado
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Arquivo definitivo - Tese Oficina das máscaras Ficha catal. TESEPOSLITJonatas AparecidoAGO022 (1) Arquivo definitivo - Tese Introdução PARTE I: O ARTESÃO DE MÁSCARAS A. O mínimo carapina das gentes Capítulo 1. Matéria-prima: retalhos Movimento 1: Ficção e teoria de Autran Dourado – confronto entre sujeitos e suas produções Movimento 2: Outras teorias, outros choques Movimento 3: Estilhaçamento dos personagens e as máscaras dos sujeitos Movimento 4: Afinal, que sujeito? Movimento 5: Pêndulo (23:00) – pulverização das máscaras? Movimento 6: Pêndulo (00:00, através do espelho) – Então, ainda é possível o personagem? Movimento 7: Pêndulo (00:01) – Outra vez: o personagem Movimento 8: O personagem e a produção de sujeitos textuais B. O Lobo sábio C. Os negativos Capítulo 2: O personagem negativo Movimento 0: O problema das máscaras abissais Movimento 1: O personagem e as máscaras do não-humano Movimento 2: A produção do rosto humano Movimento 3: Retorno – Personagem-humano ou humano-personagem? Movimento 4: Máscaras da natureza, máscaras do corpo Movimento 5: As máscaras e o simbólico Movimento 6: Máscaras abissais: encarar o que não pode ser visto Movimento 7:Confrontar as máscaras abissais Movimento 8: Máscaras vaga-lume – o embate radical, as alianças radicais PARTE II: A MÁSCARA DO ARTESÃO C. A máscara de ferro Capítulo 3. A oficina da história Movimento 1: Máscaras e a história Movimento 2: O tipo e a inscrição das máscaras na história Movimento 3: As máscaras do narrador e a memória de Minas Movimento 4: Múltiplos tempos ficcionais da História – o conflito entre a instituição literáriae a narrativa histórica Movimento 5: O confronto ficcional das narrativas da memória Movimento 6: Personagem histórico e personagem ficcional Movimento 7: As indústrias do sujeito Movimento 8: A literatura e o artesanato das gentes E. Meu aprendiz imaginário Capítulo 4. Autor, auto, alter: Autran Movimento 0: O problema do autor Movimento 1: Primeiras máscaras – os semblantes negativos do autor Movimento 2: Que ausência, que presença? Outras máscaras Movimento 3: Constelações – cenários intelectuais do autor Movimento 4: Máscaras do autor, máscaras do crítico? Movimento 5: produção de máscaras, mímesis e obra O verniz nas máscaras REFERÊNCIAS Anexo – Conto “Remanso”
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