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Os sete pilares da sabedoria

Book information

Publisher
Record
Year
2015
ISBN
9788501106964
Language
portuguese
Format
EPUB
Filesize
1 MB (1393291 bytes)
Edition
Pages
1815\0
Time added
2019-02-06 23:40:40

Description

A obra-prima de Lawrence da Arábia. É como tenente do serviço secreto inglês que Lawrence inicia, em 1914, sua carreira militar no Oriente Médio. A identificação com a causa árabe, cultivada quando ainda trabalhava como arqueólogo às margens do rio Eufrates, torna-o peça importante no movimento árabe contra a dominação turca; parte da manobra britânica para vencer a Alemanha, que tinha a Turquia como aliada durante a Primeira Guerra Mundial. Como oficial inglês e grande admirador da cultura árabe, aproxima-se de Faiçal, um dos líderes da revolta. Os conhecimentos do militar inglês sobre a geografia local e o exército turco, somados aos ideais de soberania da nação árabe, logo conquistam Faiçal e fazem de Lawrence general de um exército de dez mil homens. Grande articulador, ele consegue reverter a ocupação do território árabe, impedindo a retaliação turca. Uma epopéia que só termina com a tomada de Damasco em outubro de 1918. Em 1919 torna-se conselheiro da delegação árabe na Conferência de Paz em Paris, onde vê antigas promessas de reconhecimento da soberania da nação árabe serem desfeitas. A convite de Winston Churchill participa, em 1922, da Conferência de Cairo, como conselheiro para assuntos árabes. O autor: Thomas Edward Lawrence (1888-1935), também conhecido como Lawrence da Arábia, e Aurens ou El Aurens, foi um arqueólogo, militar, agente secreto, diplomata e escritor britânico. SUMÁRIO Créditos TO S.A. A S. A. Carta do autor Prefácio de Fernando Monteiro SUMÁRIO Prefácio por A. W. Lawrence INTRODUÇÃO | OS FUNDAMENTOS DE UMA REVOLTA ÁRABE CAPÍTULO 1. A constrangida mentalidade de rebelião que me contagiou, e que ainda, um ano mais tarde, me inibe o raciocínio CAPÍTULO 2. A Arábia e os árabes, emigrações, imigrações e a corrente de movimentos de tribos, sessis ou nômades CAPÍTULO 3. O incompromitente semita. Invenção religiosa. Seus profetas, credo e fanatismo CAPÍTULO 4. Decadência árabe. Nacionalismo. Sociedades secretas CAPÍTULO 5. Xerifes de Meca. A Guerra Santa. Pensamentos de rebelião. Feisal e Jemal. Enver. A revolta CAPÍTULO 6. Decadência do imperialismo turco. Necessidade de um novo fator. O bureau árabe de Clayton. Mesopotâmia CAPÍTULO 7. As negociações de McMahon. As dificuldades com os seus colegas. Minhas dificuldades pessoais. Uma evasão LIVRO I | A DESCOBERTA DE FEISAL CAPÍTULO 8. O Lama chega a Jidá. O coronel Wilson dá-nos as boas-vindas, a mim e Storrs. Emir Abdulla. Governo árabe. Situação militar A persuasão de Storrs CAPÍTULO 9. Jidá. Um jantar. A banda turca CAPÍTULO 10. Emir Ali em Raleigh. Seguimos rumo do interior. O Theama e uma discussão sobre abastecimento de água, relativamente à influência sobre a estratégia árabe. Encontro num poço. Truques de xerife CAPÍTULO 11. Colinas do Hedjaz. Bir el Sheikh. As terras altas à noite. Um espião nos serve alimentos. Uma aldeia com água CAPÍTULO 12. Economia de escravatura. Aldeia em ruínas. Os rebeldes. Meu primeiro encontro com o emir Feisal em Hamra CAPÍTULO 13. Tropas egípcias. A história de Feisal sobre sua primeira ação em Medina. Seus planos para o momento. A sua pessoa CAPÍTULO 14. Um jantar político. A família real do Hedjaz. Nacionalismo entre citadinos e nômades. Religião CAPÍTULO 15. Repórter improvisado. As tropas e o modo nativo de guerrear. A situação. Artilharia. Envoi CAPÍTULO 16. A estrada arruinada. Em Wadi Yenbo. Yenbo, Boyle e chapéus. O almirante Wemyss. Khartoum, onde discutimos com Sir Regionald Wingate a Revolta Árabe. Uma idéia francesa. Sir Archibald Murray. Sou bom LIVRO II | DESENCADEANDO A OFENSIVA ÁRABE CAPÍTULO 17. Clayton manda-me de volta. Garland. Yenbo CAPÍTULO 18. Modos de equitação do xerife Abd el Kerim. Surpresa na estrada. Feisal explica seu movimento CAPÍTULO 19. O controle de Feisal. Vida nos quartéis-generais árabes CAPÍTULO 20. Minha nova indumentária. Retorno a Yenbo. Uma derrota. Traição, talvez. Defendendo nossa base CAPÍTULO 21. Políticas em conflito. Franceses e ingleses. Desenvolve-se a situação militar. Wilson arrisca a seu respeito CAPÍTULO 22. Feisal prepara-se para avançar sobre Wejh. Tropas para a sua expedição. Um ataque de surpresa de teste. O emir Abdulla CAPÍTULO 23. O exército marcha. Política naval. Civil versus militar. Evacuação de Yenbo. Meu alívio. Boyle em Um Lejj. Wejh planeia. Dois para a frente CAPÍTULO 24. A comitiva de Feisal. A rotina da marcha. Ageyl. Newcombe alcança-nos. A rota CAPÍTULO 25. As nossas unidades. Boas-novas. Wadi Hamdh CAPÍTULO 26. Chegam reforços profusos. Novamente a armada CAPÍTULO 27. A vitória de Boyle. Reorganizamos Wejh LIVRO III | ENTREATO FERROVIÁRIO CAPÍTULO 28. Prêmios de vitória. Necessidade de canhões. Paxá Jaafar assume o comando. A proposta de Brémond CAPÍTULO 29. A vida em Wejh. Carros blindados e a armada CAPÍTULO 30. A guerra geral. Trabalho político. Propaganda de Feisal. E a qualidade da sua realização CAPÍTULO 31. A bomba de Clayton. Novas disposições. Viagem ao interior. Enfermidade. Morte por morte CAPÍTULO 32. Nas colinas. Lava e vulcões resfriados. Implacável hospitalidade. O campo do emir Abdulla CAPÍTULO 33. Generalizando a teoria militar da nossa revolta CAPÍTULO 34. Convalescença. Projeto de um ataque surpresa. Um pastor. Planos novos. Colocação de minas. Uma exibição CAPÍTULO 35. O triunfo de Shakir. Outro ataque surpresa. Tempestade. Colocação de minas. O alarme. Retirada CAPÍTULO 36. O emir Abdulla, natureza e vida. Shakir CAPÍTULO 37. Partida para Wejh. Caracteres beduínos CAPÍTULO 38. Feisal outra vez. Auda abu Tayi. A estratégia dominante. Minha crítica. O plano de Akaba LIVRO IV | EXPANSÃO PARA AKABA CAPÍTULO 39. Nossa partida. Nós. O xerife Nasir e sua grande valia. Um jardim de montanha. Interlúdio. CAPÍTULO 40. Linguagem árabe. Nossas suposições. Uma pausa que me reconforta da fadiga. Dois recém-chegados CAPÍTULO 41. A caminho de novo. Auda guia-nos. Noite. Vulcões, lava, barro seco e areia. Mal de camelo CAPÍTULO 42. Travessia da linha férrea. No verdadeiro deserto. Rajada quente. O refrescante crepúsculo CAPÍTULO 43. Um novo dia. Camelos. Avestruz e órix CAPÍTULO 44. Um homem em falta. Só. Pilhéria excessiva. Vencemos caminho ao Sirhan. O poder da sede CAPÍTULO 45. Os novos poços. Alarme. Nossa chegada CAPÍTULO 46. Provamos a medida cabal da hospitalidade beduína CAPÍTULO 47. Com as tribos. Serpentes. Recrutas CAPÍTULO 48. Ambições. Verdadeiro objetivo. Falsas primícias. Meu dilema. Uma nota para a história. Poder discordante. A última festa. Pequena palestra CAPÍTULO 49. A caminho. Dinamite. Serviço fraco CAPÍTULO 50. Uma diversão o atrair a atenção dos turcos. Emboscada. Desertores. O poder de Zaal e minha renúncia pessoal CAPÍTULO 51. Um prisioneiro. A tentação da carne fresca prova ser fatal a um gordo chefe de estação. Tomamos uma indigestão CAPÍTULO 52. O poço do Rei. Ação. Cálculos. Muitas pontes tomadas e explodidas imediatamente. Resistência CAPÍTULO 53. Ao salvamento. Combate ardoroso. Um galope. Carga de camelos. Prisioneiros. Vitória em apreço CAPÍTULO 54. Depois da batalha. Os mortos. A crista. Mais vitória. A barreira final. Divisão de conselhos. Capitulam os inimigos. Recuperamos nosso terreno familiar LIVRO V | MARCANDO TEMPO CAPÍTULO 55. O senso da vitória. Assegurando Akaba. Ao Egito para auxílio. Prossegue a Junta de Água Interna CAPÍTULO 56. Lyttleton. Permissão-polícia na zona do canal. Auxílio naval. Allenby. Duas escolas CAPÍTULO 57. A organização de Akaba. Navios-guardiães. Transferência de Feisal e toda a sua tropa. O rei Hussein concorda. Paliando relações secretas com o inimigo CAPÍTULO 58. Uma nova situação. Mudança de métodos. Invasão da Síria. As varias populações que compõem a Síria CAPÍTULO 59. As cidades da Síria. Os sírios. Política síria. Nossa estratégia. Tática. Nosso espírito CAPÍTULO 60. Começam as operações. Ataques aéreos distraem o inimigo. Minas elétricas. Canhões e canhões Lewis CAPÍTULO 61. Plano de ataque à ferrovia. Pontos de caráter. Política de tribo. Patrulha aérea turca CAPÍTULO 62. Rumm, posto de água nas montanhas CAPÍTULO 63. A procura de adjutório. Um banho. Excursão às origens do cristianismo. Um profeta inarticulado CAPÍTULO 64. Marchamos. Reunindo-nos. Salutar bebida à noite e uma mudança de idéia. Reconnaissance CAPÍTULO 65. Modéstia. Colocação de minas. Patrulha turca CAPÍTULO 66. Ameaçam-nos os turcos. Chega um trem. E pára. Dez minutos. Saque. Prisioneiros CAPÍTULO 67. Confusão. Evacuação. Salvamento. Uma retirada limpa em grande ordem. Rumm à noite CAPÍTULO 68. Treino de ataque surpresa. Obrigações do comando. Sucesso. Seus frutos. O que tínhamos em mira LIVRO VI | A INCURSÃO CONTRA AS PONTES CAPÍTULO 69. Allenby assume a cena. Seu pessoal. Nosso papel adequado. Minha hesitação particular e as razões para isso CAPÍTULO 70. Uma escolha em mérito. Xerife Ali ibn el Hussein. Abd el Kadir. Uma adesão questionável CAPÍTULO 71. Novos guardas. Velhos guardas. Lloyd e Wood. Nossa caravana parte, oferecendo porém mau aspecto CAPÍTULO 72. Um Sherari encontra serviço e si mesmo. Marcha noturna. A estrada de ferro. Auda. Falso alarme CAPÍTULO 73. Política de tribo. Nossa marcha. Maneiras de deserto que quase deram cabo de nós. Auxílio prazeroso CAPÍTULO 74. Na estrada. Turcos e ingleses. Obtemos dois grandes voluntários. Mais acidentes. Noite de pulgas no quartel. Denunciando um receio. Calma CAPÍTULO 75. Azrak. Resistência. Escondida. Promto CAPÍTULO 76. Apreensão. Marcha forçada. Chegamos à ponte afinal. Pânico. E um insucesso CAPÍTULO 77. Uma nova idéia. Minas. Fome, garoa e frio exasperam nossa paciência. Um momento demorado CAPÍTULO 78. Distrações, sábias e tolas. Explode a mina de modo embaraçantemente bom. Um salvamento. Saímos CAPÍTULO 79. Recondicionamento de Azrak. Provisões. Visitantes. Nosso chefe. Noites de Azrak. Uma digressão CAPÍTULO 80. Uma guarnição turca. Em detenção. Um argumento. Persuasões. Que são levadas muito longe. Os salários ganhos de rebelião. Acalmando uma vontade contrafeita CAPÍTULO 81. Progresso. Quero partir. A despeito de mim mesmo. Cavalgada ininterrupta a Akaba. Outro falseamento. Estou-me curando em Jerusalém LIVRO VII | A CAMPANHA DO MAR MORTO CAPÍTULO 82. Allenby em Jerusalém. Põe-me novamente em ação. Avanço árabe. Bom humor entre Joyce e mim. Não atinam os ingleses com a nossa inconclusividade CAPÍTULO 83. Meu preço e guarda de corpo. O Nahabi. Nossos camelos. Asperezas do serviço. Vão niilismo CAPÍTULO 84. Estendendo o nosso front. O xerife Nasir captura Jurf. Chega o inverno. Em Tafileh CAPÍTULO 85. Contra-ataque turco. Fugimos. Mas decidimos depois aceitar combate. O campo da luta CAPÍTULO 86. Nossa linha de frente se constrange. Um pouco de sol. Um ataque triplo. O que se seguiu. Lucros CAPÍTULO 87. Desimpedindo o mar Morto. Um arranco. Através de dificuldades. Frio corrosivo CAPÍTULO 88. Conforto em Guweira. Uma caravana de ouro. Campo aberto. O vento hibernal edomite. Pela noite CAPÍTULO 89. Exaustão. Meu camelo. O castelo. Criação de infantes. Cúmulos de neve. Fim de jornada CAPÍTULO 90. Nosso programa seguinte. Obstáculo inopinado. Regresso à Palestina. Queixa e renúncia justificadas pela descoberta de me haverem falhado os nervos e o tato CAPÍTULO 91. Novamente em arreios. Operações conjuntas impõem novo entendimento com Feisal e outros recursos LIVRO VIII | A RUÍNA DE ALTA ESPERANÇA CAPÍTULO 92. Pessoal. Sexo. Planos. Disciplina CAPÍTULO 93. Em companhia de Mirzuk. Primavera. Allenby recua. Espionagem de amador. Morte de Farraj CAPÍTULO 94. Os índios. Captura de Semna. Ataque de Maan. A Dawnay. Seu êxito. Young CAPÍTULO 95. Surpresa de Allenby. Sua força reduzida. Dádiva de camelos. Planos de conservação. Atividade CAPÍTULO 96. Nasir na liderança. Nossa maior demolição CAPÍTULO 97. A procura de reforços para ofensiva árabe. Allenby opera contra o tempo. O rei Hussein recusa-se LIVRO IX | MANOBRA PARA UM GOLPE FINAL CAPÍTULO 98. As ambições de Allenby. Para obscurecer a vista dos turcos. Corpo Imperial de Cameleiros para o nosso setor . Ataque contra Deraa. Programa de arranco para o C.I.C. Complicamse os problemas de abastecimento. Amaciando o caminho CAPÍTULO 99. Contemporizando o plano. Buxton. Nuri Shaalan. Confirmando os Ruallas em sua fé. Sermões de Feisal. O grande golfo entre ele e mim CAPÍTULO 100. Ressarcimento, redenção, força de conseqüência CAPÍTULO 101. Ataque noturno de Buxton. Negociações de paz. Promessas britânicas à França, xerife, árabe e judeu CAPÍTULO 102. De carro a Azrak. Tropas. Buxton CAPÍTULO 103. Meu aniversário, por felicidade, passa-se em paz CAPÍTULO 104. Ataque hostil. O. C.I.C. na estrada. Buxton faz-se móvel, e meus homens, cameleiros CAPÍTULO 105. Vistos. Renúncia. Em Amruh. Azrak. Com carros blindados CAPÍTULO 106. O rei Hussein rompe de novo. Começamos a reparar danos. Uma quase falsificação LIVRO X | A LIBERTAÇÃO DE DAMASCO CAPÍTULO 107. Winterton. Em Azrak. Descanso. Planos, Reforços. Concentração. Primeiro passo CAPÍTULO 108. Mau começo. Combate no ar. Bombas em Deraa. A operação de um Rolls-Royce. Consertos CAPÍTULO 109. Captura da linha principal. Peake e as suas tulipas. Interferência aérea. Junor toma parte CAPÍTULO 110. Para a linha da Palestina. Tomada de Mazerib. Nosso saque e grande incêndio à noite atraem visitantes CAPÍTULO 111. Projeto clássico. Espera. A prudência firma sua excelsa personalidade. Percurso circular CAPÍTULO 112. Linha do Hedjaz. Pôr-de-sol. A última ponte CAPÍTULO 113. Visitantes. Alvoroçando-nos. Alvoroçando-os. Necessidade de reforço aéreo. Confusão noturna. Allenby na vitória. Os chefes da Força Aérea Real CAPÍTULO 114. De volta ao dever. Resistindo a importunidades. Êxito no ar. O Handley-Page. Nuri Shaalan CAPÍTULO 115. Outro affaire. Os turcos rompem. Nova partida. Oposição. Cinco mentes em divergência CAPÍTULO 116. O exército novamente nos olhos de todos. Três empreendimentos. Uma pausa. Prisioneiros às mancheias CAPÍTULO 117. A principal retirada. Seu mal. Auda assume o comando. Sede de sangue. O terror à noite. Sozinho a Deraa. Boas-vindas de Barrow. Feisal CAPÍTULO 118. Muito próximo do fim. A guerra como deve ser. Grande reconquista britânica. Serviço militar CAPÍTULO 119. Ocupação de Damasco. Armazéns incendiados. No Town Hall. Auda rompe contra os Drusos. O general Chauvel assume o principal controle CAPÍTULO 120. Cavando. Nova administração. Ordem pública. Abastecimentos. A noite nos surpreende CAPÍTULO 121. Desordem ao alvorecer. Retorna a paz. O hospital silencioso. Prisioneiros de guerra. Extenuação CAPÍTULO 122. Manhã tranqüila. Dois estalões de perfeição. De Allenby. E de Feisal. Evasão EPÍLOGO | Por que a tomada de Damasco pôs termo aos meus esforços na Síria Índice Colofão Saiba mais

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