PORTUGUESE

O Futuro Chegou

Book information

ISBN
9788577344284
Language
portuguese
Format
PDF
Filesize
4 MB (4640477 bytes)
Pages
1017\1017
Time added
2023-02-03 17:07:20

Description

Entenda como a qualidade de vida e a felicidade da população são tão importantes quanto o pib do nosso país, o “país do futuro”.Durante 450 anos o Brasil foi pressionado a copiar o modelo europeu; há 50 anos tem copiado o dos Estados Unidos. Agora que os EUA e a Europa estão em profunda crise, o Brasil está sozinho consigo mesmo e é obrigado a desenvolver seu próprio modelo, que pode ser valioso para o mundo inteiro. Para o “país do futuro”, o futuro chegou!Globalmente, mesmo com o progressivo aumento de países democráticos e a difusão de informação e educação, o mundo se sente preso entre desorientação e medo. Aguarda vento favorável, mas não sabe para onde ir. O socialismo perdeu, mas o capitalismo não venceu, como já dizia Václav Havel. Em qual modelo social, então, devemos nos basear? Por onde começar? Uma coisa é certa: para projetar nosso futuro, devemos fazer uma reflexão sobre todos os modelos socioeconômicos e religiosos que já foram testados pela humanidade no decorrer de sua longa história. Essa é a missão épica de Domenico De Masi. Além de analisar a estrutura de países como Brasil, Índia, China e Japão, o autor perpassa pelos sistemas que mais marcaram a história social do mundo, os modelos católico, hebraico, muçulmano, protestante, clássico, iluminista, liberal, capitalista, socialista, comunista até nosso atual modelo pós-industrial.O objetivo é extrair o melhor de cada um deles para se construir um modelo de vida global inédito, que seja finalmente adequado à sociedade pós-industrial. E a revisitação à história do mundo oferece insights para traçar a rota de um futuro feliz e a conclusão de que o progresso da sociedade só pode ser medido segundo a qualidade de vida e a felicidade da população. Uma sociedade que seja capaz de exercer o ócio criativo, a meditação, o lazer, o amor, a contemplação da beleza, a amizade e a convivialidade. OdinRights Ficha Técnica Introdução Emigrantes de proa O que estou fazendo aqui? Modelos de vida Capítulo 1 Os sonhos do mundo Economia Política Sociedade Hinduísmo Budismo Zen O que diria Gandhi? Não podemos deixar de nos considerar indianos Capítulo 2 Ordem e desenvolvimento O Consenso de Beijing Tradição confuciana Taoismo Potência em ação Comunismo real Não podemos deixar de nos considerar chineses Capítulo 3 Um país guerreiro Nuances e meios-tons Religiões em disputa Rumo à secularização Xintoísmo Joia, espada, espelho Wu Iki Não podemos deixar de nos considerar japoneses Capítulo 4 Mediterrâneo Atenas: o orgulho de ser modelo Indivíduo e democracia Criatividade Atribuição de sentido Formação Tecnologia A flecha e a serpente Equilíbrio e genialidade Roma: a primazia do direito O ócio criativo Florença: o renascimento da beleza Liberdade sem preconceitos A oficina A academia Grandeza e ambivalência Não podemos deixar de nos considerar clássicos Capítulo 5 Uma nação errante Torá, povo e terra Pecado-punição-arrependimento-resgate Solução final A Terra Prometida Puro e impuro O que significa ser judeu? Não podemos deixar de nos considerar judeus Capítulo 6 A herança judaica A herança zoroastriana A felicidade não é desta terra Longa era de glória O modelo monástico Grandes obras de fé O século feliz A revolução do purgatório A ética católica e o espírito do pré-capitalismo Rerum novarum: caridade, paciência e harmonia Quadragesimo anno: trabalho, colaboração, felicidade Mater et magistra: acolher as novidades Populorum progressio: humanismo plenário Centesimus annus: anticomunismo, anticonsumismo Não podemos deixar de nos considerar cristãos Capítulo 7 Um quarto da humanidade Obedientes aos textos sagrados Alá e Maomé, indivíduo e umma Três propostas salvadoras Cinco pilares para um só Deus Não há paz entre os minaretes Duas idades do ouro e depois a decadência A condição feminina Economia: bancos e Corão Jihad Não podemos deixar de nos considerar muçulmanos Capítulo 8 Solus Christus, sola Gratia, sola Fides, sola Scriptura De Lutero a Bach Dissidências, perseguições e guerras Qual Escritura? Estado e mundo O “princípio protestante” Escolhas secretas Protestantismo e modernidade Ética protestante e espírito capitalista Não podemos deixar de nos considerar protestantes Capítulo 9 Um salto tecnológico A criatividade humanística O retorno da técnica O advento da precisão Um novo paradigma Ateus, crentes, incrédulos e libertinos O nascimento da sociologia A emancipação da economia Paris e Londres A cultura globalizada Mas o que é o Iluminismo? Educação e divulgação Crítica do Iluminismo O êxito revolucionário Não podemos deixar de nos considerar iluministas Capítulo 10 A burguesia no poder Smith: divisão do trabalho e livre mercado Utilitarismo Progresso e anomalias Neoliberalismo Críticas ao liberalismo Não podemos deixar de nos considerar liberais Capítulo 11 O advento da indústria Racionalidade e eficiência A versão europeia A versão americana Não podemos deixar de nos considerar capitalistas Capítulo 12 A classe favorecida A classe desfavorecida A miséria em Nápoles A miséria em Londres O socialismo utópico O modelo de Claude-Henri de Saint-Simon O modelo de Charles Fourier O modelo de Robert Owen O modelo cartista Outros modelos socialistas O modelo de Pierre-Joseph Proudhon Lutas, reformas, sindicatos Por que não podemos deixar de nos considerar socialistas Capítulo 13 O proletário industrial O comunismo como aspiração e conjura O modelo comunista de Engels e Marx Lênin: o proletariado no poder Stálin: o comunismo em um só país Stálin: o comunismo em todo o planeta Não podemos deixar de nos considerar comunistas Capítulo 14 Sintomas de uma terceira onda A sociedade pós-industrial A cultura pós-moderna Valores, necessidades, sujeitos emergentes Trabalho e não trabalho Conflitos, classes, movimentos Otimistas e catastrofistas A sociedade dos serviços A sociedade programada Crítica e empenho A contracultura O modelo holístico New Global Não podemos deixar de nos considerar pós-industriais Capítulo 15 Veias abertas Troca desigual Escravos em sua própria casa Os neobrasileiros Escravos longe de casa O poder sem amor Reino de si próprio República mestiça Branquear a pele O Brasil moderno A invenção do Brasil Uma grande família patriarcal As raízes do Brasil O país do futuro Do lado dos perdedores Rebeliões, movimentos, transgressões permitidas Não podemos deixar de nos considerar brasileiros Conclusão A sociedade desorientada O modelo que falta Isso é o que deixarei a vocês Nota explicativa e agradecimentos Bibliografia Obras utilizadas para cada capítulo Notas

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